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🚨 O PRIMEIRO “COMPUTADOR VIVO” CHEGOU
Cientistas estão agora a fazer computadores com células cerebrais humanas cultivadas em laboratório.
Neurónios reais.
Crescendo em chips de silício.
Empresas como a Cortical Labs estão a construir biocomputadores usando pequenos organoides cerebrais derivados de células-tronco.
Estes agrupamentos contêm cerca de 200.000 a 800.000 neurónios e conectam-se a eletrodos que lhes permitem receber entradas e enviar sinais de volta.
E já conseguem aprender.
Pesquisadores treinaram-nos para jogar jogos simples como Pong, respondendo a feedback elétrico.
A parte mais impressionante é a eficiência.
Um cérebro humano funciona com cerca de 20 watts.
Centros de dados de IA modernos consomem megawatts.
Essa enorme diferença de energia está a impulsionar os cientistas a explorar a computação biológica.
A Cortical Labs já lançou um sistema comercial chamado CL1.
Vende-se por cerca de 35.000 dólares e permite aos desenvolvedores executar código diretamente em agrupamentos de neurónios vivos através da nuvem.
Eles chamam-lhe “Wetware como Serviço”.
A visão é de computação híbrida.
O silício lida com a velocidade bruta.
A biologia lida com aprendizagem adaptativa.
O seu cérebro consegue aprender com pequenas quantidades de dados, adaptar-se instantaneamente e até reparar-se.
A IA tradicional necessita de conjuntos de dados enormes e de requalificações constantes.
Se esta tecnologia se expandir, os futuros centros de dados poderão estar cheios de “servidores vivos”.
Redes de processadores biológicos a trabalhar ao lado de chips tradicionais.
Alguns investigadores acreditam que sistemas como este poderiam ser centenas de milhões de vezes mais eficientes em termos energéticos para certas tarefas.
Mas expandi-los será difícil.
O cérebro humano tem aproximadamente 86 mil milhões de neurónios.
Os biocomputadores atuais têm menos de um milhão.
Conectar bilhões de neurónios através de centros de dados exigiria hardware completamente novo.
E há grandes questões éticas.
Como manter neurónios vivos em racks de servidores?
Será que sistemas como este algum dia poderão tornar-se conscientes?
E estamos confortáveis em usar inteligência biológica como infraestrutura de computação?
Uma coisa é clara.
A demanda de energia da IA está a explodir.
Os centros de dados poderão consumir até 8% da eletricidade global até 2030.
Se a computação biológica funcionar, o futuro da IA pode não depender apenas de silício.
Pode funcionar em redes neurais vivas.