Conferência de imprensa de Trump: 150 aviões de combate atacam a Venezuela, prendem Maduro e o enviam para os EUA para julgamento

川普記者會

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciou numa conferência de imprensa a 3 de janeiro que as forças armadas americanas prenderam com sucesso o presidente da Venezuela, Maduro, e o transportaram para julgamento. Esta operação, codinome «Decisão Absoluta», envolveu mais de 150 aviões e foi concluída em 3 horas para realizar a missão de eliminação. Trump alertou Cuba e Colômbia para «terem cuidado», enfatizando que o domínio na América do Sul não deve ser questionado, e anunciou que as empresas petrolíferas americanas irão assumir a infraestrutura energética da Venezuela.

Codinome «Decisão Absoluta»: operação de eliminação com 150 aviões em 3 horas

O presidente do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, General Kane, revelou numa conferência de imprensa que esta operação militar foi iniciada a pedido do Departamento de Justiça, sob o codinome «Decisão Absoluta». Às 22h46 de 2 de janeiro, hora do leste dos EUA, Trump deu oficialmente a ordem para que as forças militares executassem a missão de eliminação contra a Venezuela.

A operação foi de escala sem precedentes, com mais de 150 aviões de diferentes tipos a decolarem de 20 bases terrestres e marítimas na América do Sul, incluindo bombardeiros, caças, aviões de reconhecimento, de vigilância e helicópteros. Quando as tropas se aproximaram da capital venezuelana, Caracas, a força aérea conjunta primeiro desativou e paralisou o sistema de defesa aérea venezuelano, usando armas de precisão para garantir a entrada segura do esquadrão de helicópteros na zona alvo.

O esquadrão de helicópteros adotou táticas de voo a baixa altitude em direção ao objetivo, chegando à residência de Maduro às 1h01 da madrugada. Às 2h01, as forças de captura invadiram a residência e bloquearam as áreas circundantes. Kane afirmou que, durante a operação de captura, os helicópteros foram atacados, mas as forças americanas responderam com fogo esmagador para se defender, tendo uma aeronave sido atingida, mas ainda capaz de voar. Maduro e a sua esposa foram finalmente presos, e as tropas retiraram-se às 3h29 para uma base marítima.

Dados-chave da operação militar

Aviões envolvidos: mais de 150 aviões de vários tipos

Bases de decolagem: 20 bases terrestres e marítimas

Código da operação: Decisão Absoluta (Absolute Resolve)

Duração total: cerca de 3 horas (22h46 às 03h29 do dia seguinte)

Linha do tempo:

22h46 — Trump dá a ordem de operação

1h01 — Esquadrão de helicópteros chega ao alvo

2h01 — Tropas de captura invadem a residência

3h29 — Tropas retiram-se com sucesso para o mar

Resultados e perdas:

· Prisão bem-sucedida de Maduro e sua esposa

· Paralisação de todo o sistema de defesa aérea venezuelano

· Uma aeronave americana atingida, mas ainda voável

· Vários confrontos de autodefesa durante a retirada

Maduro será levado a Nova York para julgamento; os EUA irão assumir o controlo da energia venezuelana

Trump afirmou na conferência que «todas as forças militares da Venezuela perderam a capacidade de combate», e Maduro e sua esposa encontram-se numa embarcação a caminho de Nova York, enfrentando julgamento nos EUA. Trump destacou que as forças de aplicação da lei prenderam os dois enquanto estavam sob alta vigilância, demonstrando a capacidade militar dos EUA.

No que diz respeito à gestão subsequente da Venezuela, Trump anunciou que os EUA continuarão a controlar o país até que uma transferência de poder segura e adequada possa ocorrer. Trump não estabeleceu um prazo para a ocupação, afirmando que a decisão de devolver a Venezuela aos venezuelanos será dos EUA. Está a nomear uma equipa para gerir a Venezuela até que «retome o rumo certo».

Sobre a posse do vice-presidente venezuelano, Rodríguez, como presidente, Trump afirmou que o secretário de Estado, Pompeo, já conversou com ele. Contudo, Trump questionou se Rodríguez foi escolhido por Maduro, e afirmou que ninguém na Venezuela tem autoridade para assumir o poder, considerando que o líder da oposição, Machado, não goza de prestígio no país.

No âmbito económico, Trump anunciou que as maiores empresas petrolíferas americanas irão entrar na Venezuela, investindo dezenas de bilhões de dólares na reparação de infraestruturas gravemente danificadas, especialmente as instalações petrolíferas. Trump reforçou que as sanções de embargo ao petróleo venezuelano permanecem totalmente em vigor, e os EUA irão «restaurar o fornecimento normal de petróleo», garantindo que o povo venezuelano seja «bem cuidado». Esta declaração revela as motivações económicas por trás da intervenção dos EUA na Venezuela.

Trump ameaça Cuba e Colômbia, preparado para uma segunda ronda de ataques

Trump dirigiu uma advertência severa a outros países da América Latina na conferência. Disse que esta operação deve servir de aviso a qualquer pessoa que ameace a soberania dos EUA ou coloque em risco a vida do povo americano. Trump nomeou especificamente o presidente colombiano, Petro, alertando-o para «ter cuidado».

Para Cuba, Trump descreveu o país como uma «falha grave», um caso que merece atenção. Ele afirmou que «os EUA querem ajudar o povo cubano», insinuando que Cuba pode ser o próximo alvo. Reafirmou que «a posição de liderança dos EUA na América do Sul nunca mais será questionada», declarando claramente a hegemonia regional.

No que diz respeito à preparação militar, Trump disse que inicialmente pensou em lançar uma segunda fase, mas agora parece que não será necessário. Contudo, reforçou que, se for preciso, os EUA estão prontos para uma segunda ronda de ataques. Trump afirmou que os EUA não têm medo de enviar tropas terrestres, e que na noite do dia 2 já estavam a mobilizar forças terrestres ao mais alto nível.

Trump ameaçou dizendo: «Todos os políticos e militares na Venezuela devem entender que o mesmo pode acontecer com eles», e que a frota naval dos EUA mantém-se na posição estabelecida, reservando todas as opções militares até que os seus requisitos sejam totalmente satisfeitos. Trump declarou que nunca permitirá que terroristas e criminosos escapem à justiça e prejudiquem os EUA.

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