DWF Labs, um destacado formador de mercado e investidor em criptomoedas, encontra-se alegadamente no centro de um hack de $44 milhão ligado ao notório grupo AppleJeus da Coreia do Norte, levantando preocupações sobre transparência e segurança na indústria de criptomoedas de $2,1 trilhões.
A violação, ocorrida em Setembro de 2022, visou as participações em moedas estáveis da DWF Labs, com hackers a siphonar $44 milhão em USDT e USDC. Os fundos roubados foram rapidamente convertidos em Bitcoin e permaneceram inativos por mais de três anos, ressurgindo recentemente através do mixer Mixero para lavagem de dinheiro. Análises na cadeia revelam a sofisticação do ataque, usando malware AppleJeus — ferramenta signature da Coreia do Norte para infiltração de sistemas financeiros — para exfiltrar ativos sem detecção. Em Novembro de 2025, os 1.500 BTC( de Bitcoin permanecem não recuperados, evidenciando os riscos de longo prazo de tais incidentes.
AppleJeus, o malware signature do Grupo Lazarus, tem visado empresas de criptomoedas desde 2018, roubando mais de $44 biliões em ativos. As táticas do grupo — phishing, aplicações carregadas de malware e ataques à cadeia de abastecimento — exploram a natureza global e 24/7 do setor. Este incidente da DWF Labs encaixa-se no padrão, com fundos roubados a serem canalizados para hackers norte-coreanos que financiam programas de armas. Especialistas em cibersegurança observam que apenas 10% desses fundos são recuperados, sublinhando a necessidade de investigações forenses avançadas e carteiras com múltiplas assinaturas.
A DWF Labs não confirmou publicamente o hack, alimentando especulações e críticas. O portefólio de mais de $2 milhão da firma, incluindo investimentos em mais de 200 projetos, reforça a importância — os investidores exigem responsabilidade. Esta opacidade, em meio ao aperto regulatório de 2025 sob a Lei GENIUS, arrisca minar a confiança, com 70% do TVL de DeFi exposto a ameaças semelhantes.