As pessoas sob interrogatório policial sabem que é fundamental manter os "limites da declaração".


A essência do interrogatório é explorar a assimetria de informação, e a contra-interrogatória não é lutar ou explicar, mas apenas declarar os fatos que você pode confirmar.
Primeiro, desconstruir a premissa do problema, sem ser levado pelo quadro narrativo estabelecido pelo outro, por exemplo, negar diretamente a premissa de uma questão com suposições, retornando apenas aos fatos conhecidos;
Segundo, manter os limites da suposição, recusando qualquer conjectura ou explicação, dizendo apenas o que viu e ouviu, evitando que conjecturas se misturem ao registro dos fatos;
Terceiro, identificar o "degrau moral", quando o outro usa compreensão e tolerância para induzi-lo a admitir algo, que na essência é uma tentativa de negociação, mas o interrogador não pode prometer o resultado, portanto deve recusar a concordância como condição de cooperação.
Por fim, é importante esclarecer que o silêncio e o pedido de advogado presentes são direitos legítimos, não uma resistência.
No fundo, o mais importante é um hábito de pensamento: distinguir rigorosamente fatos de conjecturas, responsabilizar-se apenas pelos fatos, e não participar de narrativas sugestivas.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
  • Recompensa
  • Comentar
  • Republicar
  • Partilhar
Comentar
Adicionar um comentário
Adicionar um comentário
Nenhum comentário
  • Fixar