As negociações nucleares entre os EUA e o Irão continuam em meio a um caos e tensão graves. As conversações estão agendadas para hoje, sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, em Muscat, a capital de Omã. Pontos-chave: As negociações estiveram a um passo de serem completamente canceladas; os EUA queriam Istambul, enquanto o Irão desejava apenas Omã e um formato bilateral. Foram retomadas devido à forte pressão dos países árabes (especialmente os Estados do Golfo). A administração Trump está a emitir avisos firmes: Trump afirmou que a razão do Irão para negociar é que este "não quer ser atacado". A opção militar permanece em cima da mesa. Delegação dos EUA: Liderada por Jared Kushner e pelo enviado especial Steve Witkoff. Lado iraniano: O Ministro dos Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi está a participar pessoalmente. Principais Desacordos: EUA → As negociações não devem limitar-se ao programa nuclear; o programa de mísseis balísticos, o apoio a forças proxy na região (Hezbollah, Houthis, etc.), e os direitos humanos também devem estar na mesa. Irão → Diz, "Vamos discutir apenas a questão nuclear, não aceitaremos mais nada." O programa de mísseis e as atividades regionais são linhas vermelhas. Atmosfera Geral: As negociações estão a avançar numa linha muito tênue entre diplomacia e ameaça militar. Nos últimos dias, a Marinha dos EUA abateu um drone iraniano, e tensões surgiram em torno de um petroleiro no Golfo. Por outro lado, o lado iraniano está a enviar a mensagem de que "os nossos sistemas de mísseis estão prontos e passámos a uma posição agressiva."
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ybaser
· 4h atrás
Feliz Ano Novo! 🤑
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Discovery
· 11h atrás
Olha, olha, olha quem está aqui! 😂😂😂😂
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Discovery
· 11h atrás
Thank you, dear, for the information and sharing!
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Discovery
· 11h atrás
Você realmente conseguiu reacender a atmosfera 😉😅😅
#USIranNuclearTalksTurmoil
As negociações nucleares entre os EUA e o Irão continuam em meio a um caos e tensão graves. As conversações estão agendadas para hoje, sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, em Muscat, a capital de Omã. Pontos-chave:
As negociações estiveram a um passo de serem completamente canceladas; os EUA queriam Istambul, enquanto o Irão desejava apenas Omã e um formato bilateral. Foram retomadas devido à forte pressão dos países árabes (especialmente os Estados do Golfo). A administração Trump está a emitir avisos firmes: Trump afirmou que a razão do Irão para negociar é que este "não quer ser atacado". A opção militar permanece em cima da mesa.
Delegação dos EUA: Liderada por Jared Kushner e pelo enviado especial Steve Witkoff. Lado iraniano: O Ministro dos Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi está a participar pessoalmente.
Principais Desacordos:
EUA → As negociações não devem limitar-se ao programa nuclear; o programa de mísseis balísticos, o apoio a forças proxy na região (Hezbollah, Houthis, etc.), e os direitos humanos também devem estar na mesa. Irão → Diz, "Vamos discutir apenas a questão nuclear, não aceitaremos mais nada." O programa de mísseis e as atividades regionais são linhas vermelhas. Atmosfera Geral:
As negociações estão a avançar numa linha muito tênue entre diplomacia e ameaça militar. Nos últimos dias, a Marinha dos EUA abateu um drone iraniano, e tensões surgiram em torno de um petroleiro no Golfo. Por outro lado, o lado iraniano está a enviar a mensagem de que "os nossos sistemas de mísseis estão prontos e passámos a uma posição agressiva."