Janeiro de 2026: Quando os "ativos reais" recuperarem a sua reputação
O ano de 2026 começou com uma mensagem clara para todos aqueles que acreditam que os mercados seguem uma linha reta.
Enquanto todos apostavam na continuidade do boom da tecnologia e das criptomoedas, as "commodities" decidiram lembrar-nos de que são o refúgio e a base.
O petróleo (WTI) liderou o desempenho com uma subida superior a 14%, seguido pela prata e pelo ouro com ganhos expressivos.
Este aumento não é apenas números verdes, mas um sinal de fluxo de liquidez para proteção contra a volatilidade das moedas e a erosão do poder de compra,
especialmente com a queda do índice do dólar em 1,2%.
Por outro lado, encontramos um cenário diferente do outro lado do mercado; onde as criptomoedas (Bitcoin e Ethereum) registaram quedas acentuadas superiores a 10% e 17%, respetivamente.
Até os "Sete Grandes" (Mag 7) no mercado de ações dos EUA não escaparam à correção,
levando a um desempenho fraco dos índices de ações americanos em comparação com os mercados emergentes, que saltaram 8,9%.
A lição que se tira: Os mercados não perdoam quem coloca todos os ovos na cesta do "ímpeto".
A diversificação não é apenas um conselho académico, mas a única proteção de segurança.
Estamos a testemunhar uma reestruturação da riqueza global,
onde a confiança está a passar dos ativos digitais e tecnológicos inflacionados para commodities e mercados emergentes, que estiveram esquecidos por muito tempo.
O inteligente não persegue o preço, mas observa os fluxos de liquidez antes que se tornem uma notícia antiga.
Qual é a vossa opinião sobre a superioridade das commodities face às criptomoedas no início deste ano? E acham que esta tendência continuará?
Partilhem as vossas análises,
E para mais insights profundos sobre os mercados, sigam-me em
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Enquanto todos apostavam na continuidade do boom da tecnologia e das criptomoedas,
as "commodities" decidiram lembrar-nos de que são o refúgio e a base.
O petróleo (WTI) liderou o desempenho com uma subida superior a 14%,
seguido pela prata e pelo ouro com ganhos expressivos.
Este aumento não é apenas números verdes,
mas um sinal de fluxo de liquidez para proteção contra a volatilidade das moedas e a erosão do poder de compra,
especialmente com a queda do índice do dólar em 1,2%.
Por outro lado, encontramos um cenário diferente do outro lado do mercado;
onde as criptomoedas (Bitcoin e Ethereum) registaram quedas acentuadas superiores a 10% e 17%, respetivamente.
Até os "Sete Grandes" (Mag 7) no mercado de ações dos EUA não escaparam à correção,
levando a um desempenho fraco dos índices de ações americanos em comparação com os mercados emergentes, que saltaram 8,9%.
A lição que se tira:
Os mercados não perdoam quem coloca todos os ovos na cesta do "ímpeto".
A diversificação não é apenas um conselho académico,
mas a única proteção de segurança.
Estamos a testemunhar uma reestruturação da riqueza global,
onde a confiança está a passar dos ativos digitais e tecnológicos inflacionados
para commodities e mercados emergentes, que estiveram esquecidos por muito tempo.
O inteligente não persegue o preço,
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