Clientes do Banco Master são alvos de app falso que minera criptomoedas no celular

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Source: PortaldoBitcoin Original Title: Clientes do Banco Master são alvos de app falso que minera criptomoedas no celular Original Link: A liquidação do Banco Master fez com que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) tivesse que ser acionado para ressarcir R$ 41 bilhões a 1,6 milhão de clientes da instituição financeira. Só que o processo para os investidores serem pagos envolve o risco de se ter o celular invadido e ser colocado para minerar criptomoedas sem conhecimento do usuário.

Os clientes do Banco Master devem agora baixar um aplicativo do FGC para se cadastrar e indicar uma nova conta bancária, de mesma titularidade, para onde os valores serão pagos. O golpe ocorre no momento de baixar o app, com os criminosos criando uma versão muito parecida com a oficial.

Quando o cliente baixar o aplicativo falso, terá o celular infectado com um vírus que irá roubar as informações financeiras do aparelho da pessoa e usar o aparelho para outras atividades.

Conforme reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o vírus foi identificado pela Kaspersky e se chama BeatBanker. Trata-se de um trojan bancário capaz de roubar senhas, capturar dados financeiros, controlar o aparelho à distância e até usar o processador do telefone para mineração clandestina de criptomoedas.

Esse vírus permite que os criminosos tenham acesso completo ao celular, inclusive sendo possível realizar transações financeiras em nome da vítima.

A recomendação dos especialistas em segurança digital é apenas instalar aplicativos de fontes oficiais e verificar os canais oficiais antes de clicar em qualquer link.

O FGC garante o pagamento de clientes de instituições financeiras que são cobertas pelo fundo e faz pagamentos de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ para depósitos elegíveis.

Caso Banco Master

O caso do Banco Master envolve uma investigação ampla sobre a atuação da instituição e de seu controlador, Daniel Vorcaro, após suspeitas de irregularidades financeiras que levaram o Banco Central a decretar sua liquidação extrajudicial. O banco cresceu rapidamente oferecendo investimentos com rendimentos elevados, lastreados em ativos de baixa liquidez, o que levantou dúvidas sobre sua capacidade de honrar compromissos.

Diante do agravamento da crise, o Banco Central decidiu encerrar as atividades do Banco Master, afastando sua administração e iniciando o processo de liquidação, no qual um liquidante passa a administrar os ativos e passivos para pagamento de credores. Paralelamente, a Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro, sob suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes financeiras, ao tentar deixar o país, o que reforçou a gravidade das acusações investigadas.

Atualmente, o caso segue em apuração em diferentes frentes, com medidas judiciais que incluem buscas, apreensões e bloqueio de bens, além de discussões no STF e no TCU sobre a atuação dos órgãos reguladores.

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