Não é verdade——você percebeu? Os grandes jogadores de Wall Street têm mudado o roteiro silenciosamente recentemente.
Ano passado, alguns ainda clamavam por uma "redução de juros em breve", mas agora todos mudaram de opinião. Citibank, Goldman Sachs, Morgan Stanley e JPMorgan, essas instituições mudaram completamente de postura.
Como exatamente mudaram? O Citibank adiou a primeira redução de juros de janeiro para março; o Goldman Sachs pulou de março para junho; o Morgan Stanley foi ainda mais longe, pulando de janeiro para junho; e o mais ousado foi o JPMorgan, que simplesmente disse que não deve esperar por cortes até 2026, e até 2027 pode haver mais uma rodada de aumento de juros.
Por que essa mudança repentina? Resumindo, é porque a economia dos EUA está aguentando demais. Os dados de emprego estão sólidos, os salários continuam subindo, e a velocidade de queda dos preços não acompanha as expectativas. O próprio Federal Reserve admitiu que "não há pressa". O mercado percebeu: parece que teremos que ficar mais tempo em um ambiente de altas taxas de juros.
Qual o impacto prático disso para nós?
Primeiro, o dólar continuará forte. Segundo, os produtos de investimento podem ainda se sustentar por mais um tempo. Além disso, o custo de empréstimos não deve cair por enquanto, o que aumenta a pressão sobre certos setores de ações.
Agora, todos estão esperando três momentos-chave: a reunião do Federal Reserve em março, os dados de inflação da primavera e se realmente haverá uma redução de juros em junho. Mas, para ser honesto, esse roteiro pode mudar a qualquer momento. As expectativas do mercado são mais voláteis que o clima — desta vez, a expectativa de corte de juros foi "desmentida" pela realidade.
No geral, os dias de dinheiro barato não voltarão tão cedo. Precisamos aprender a nos adaptar a essa nova realidade de altas taxas de juros, que provavelmente será a nossa "operação padrão" daqui para frente.
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Não é verdade——você percebeu? Os grandes jogadores de Wall Street têm mudado o roteiro silenciosamente recentemente.
Ano passado, alguns ainda clamavam por uma "redução de juros em breve", mas agora todos mudaram de opinião. Citibank, Goldman Sachs, Morgan Stanley e JPMorgan, essas instituições mudaram completamente de postura.
Como exatamente mudaram? O Citibank adiou a primeira redução de juros de janeiro para março; o Goldman Sachs pulou de março para junho; o Morgan Stanley foi ainda mais longe, pulando de janeiro para junho; e o mais ousado foi o JPMorgan, que simplesmente disse que não deve esperar por cortes até 2026, e até 2027 pode haver mais uma rodada de aumento de juros.
Por que essa mudança repentina? Resumindo, é porque a economia dos EUA está aguentando demais. Os dados de emprego estão sólidos, os salários continuam subindo, e a velocidade de queda dos preços não acompanha as expectativas. O próprio Federal Reserve admitiu que "não há pressa". O mercado percebeu: parece que teremos que ficar mais tempo em um ambiente de altas taxas de juros.
Qual o impacto prático disso para nós?
Primeiro, o dólar continuará forte. Segundo, os produtos de investimento podem ainda se sustentar por mais um tempo. Além disso, o custo de empréstimos não deve cair por enquanto, o que aumenta a pressão sobre certos setores de ações.
Agora, todos estão esperando três momentos-chave: a reunião do Federal Reserve em março, os dados de inflação da primavera e se realmente haverá uma redução de juros em junho. Mas, para ser honesto, esse roteiro pode mudar a qualquer momento. As expectativas do mercado são mais voláteis que o clima — desta vez, a expectativa de corte de juros foi "desmentida" pela realidade.
No geral, os dias de dinheiro barato não voltarão tão cedo. Precisamos aprender a nos adaptar a essa nova realidade de altas taxas de juros, que provavelmente será a nossa "operação padrão" daqui para frente.