A visão de transformação de uma região dominada pelos setores de petróleo e banca tradicional ganha relevância. Durante a conferência Bitcoin MENA, Michael Saylor apresentou um cenário ambicioso, no qual países do mapa do Oriente Médio podem redefinir sua posição como um centro financeiro global. Sua previsão é de que a adoção de infraestrutura baseada em Bitcoin e moedas digitais possa levar a região a um papel semelhante ao da Suíça no século XXI.
Potencial económico que merece ser esquecido
Segundo o analista, essa abordagem pode liberar possibilidades financeiras que atingem os 200 trilhões de dólares. Este número ilustra a escala de transformação que os países do Oriente Médio podem experimentar através da integração da tecnologia blockchain em seu sistema bancário. Não se trata apenas de especulação – trata-se de uma mudança fundamental na infraestrutura financeira da região.
Passos concretos para as instituições
Saylor propôs um caminho pragmático para implementação. Os fundos patrimoniais devem começar a acumular Bitcoin como um recurso estratégico. Ao mesmo tempo, o setor bancário precisa evoluir – as instituições financeiras devem manter Bitcoin em suas reservas, desenvolver produtos de crédito garantidos por esse ativo, bem como lançar soluções de moedas digitais apoiadas pelo Bitcoin.
Tornar o Bitcoin mainstream no sistema tradicional
O que é importante, Saylor destacou a mudança na atitude dos reguladores e instituições bancárias nos Estados Unidos. A corrente principal do sistema financeiro americano está gradualmente posicionando o Bitcoin como “ouro digital” – um ativo de caráter semelhante aos metais preciosos tradicionais, digno de manter em reservas e carteiras de longo prazo.
Essa visão sugere que o Oriente Médio não só pode implementar uma nova tecnologia, mas também se tornar um pioneiro na combinação de Bitcoin com o setor financeiro tradicional em uma escala que outras regiões ainda irão observar.
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Bitcoin como fundamento: Como o Oriente Médio pode mudar o mapa financeiro global
A visão de transformação de uma região dominada pelos setores de petróleo e banca tradicional ganha relevância. Durante a conferência Bitcoin MENA, Michael Saylor apresentou um cenário ambicioso, no qual países do mapa do Oriente Médio podem redefinir sua posição como um centro financeiro global. Sua previsão é de que a adoção de infraestrutura baseada em Bitcoin e moedas digitais possa levar a região a um papel semelhante ao da Suíça no século XXI.
Potencial económico que merece ser esquecido
Segundo o analista, essa abordagem pode liberar possibilidades financeiras que atingem os 200 trilhões de dólares. Este número ilustra a escala de transformação que os países do Oriente Médio podem experimentar através da integração da tecnologia blockchain em seu sistema bancário. Não se trata apenas de especulação – trata-se de uma mudança fundamental na infraestrutura financeira da região.
Passos concretos para as instituições
Saylor propôs um caminho pragmático para implementação. Os fundos patrimoniais devem começar a acumular Bitcoin como um recurso estratégico. Ao mesmo tempo, o setor bancário precisa evoluir – as instituições financeiras devem manter Bitcoin em suas reservas, desenvolver produtos de crédito garantidos por esse ativo, bem como lançar soluções de moedas digitais apoiadas pelo Bitcoin.
Tornar o Bitcoin mainstream no sistema tradicional
O que é importante, Saylor destacou a mudança na atitude dos reguladores e instituições bancárias nos Estados Unidos. A corrente principal do sistema financeiro americano está gradualmente posicionando o Bitcoin como “ouro digital” – um ativo de caráter semelhante aos metais preciosos tradicionais, digno de manter em reservas e carteiras de longo prazo.
Essa visão sugere que o Oriente Médio não só pode implementar uma nova tecnologia, mas também se tornar um pioneiro na combinação de Bitcoin com o setor financeiro tradicional em uma escala que outras regiões ainda irão observar.