A dificuldade das ações de alto dividendo é na verdade muito simples — mesmo que a taxa de dividendos atinja 10% ou 20%, é difícil que o preço das ações tenha espaço para subir. Imagine um certificado de depósito bancário com taxa de 10%, cujo valor principal e juros ao vencimento são um número fixo; como esse valor fixo pode valorizar? A lógica é essa.
Ações com alta taxa de dividendos não precisam de propaganda especial ou incentivos. Certificados de depósito a prazo de 1,2%, ou contas de poupança com quase zero de juros, ainda assim atraem uma grande quantidade de fundos. A lógica é a mesma — um rendimento estável por si só já é um atrativo, sem necessidade de embalagens adicionais.
Na verdade, as ações com potencial de valorização são aquelas que não distribuem dividendos. Essas ações geralmente enfrentam dificuldades: prejuízos, zero dividendos, investidores preocupados com o risco de queda. Para abrir espaço para a valorização dessas ações, o mercado adotou uma estratégia inteligente — a emissão massiva de fundos ETF.
Através dessa ferramenta, ações com desempenho ruim e sem dividendos são agrupadas em fundos. Os investidores que compram ETFs geralmente não se aprofundam em indicadores como o índice P/L ou a taxa de dividendos, e muitas vezes nem sabem se esses dados existem para o ETF em si. Assim, essas ações que antes eram pouco valorizadas são “embaladas” com sucesso, e o preço das ações sobe rapidamente.
A realidade está diante de nós: ações de alto dividendo e distribuição de lucros são mais propensas a cair, e subir é quase impossível; enquanto ações com prejuízos e poucos dividendos, parecem estar a bordo de um foguete. A contribuição dos ETFs não pode ser subestimada. A lógica por trás disso merece reflexão de todos os investidores — como a inovação de ferramentas muda o fluxo de fundos e como isso influencia a precificação do mercado.
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GasFeeSobber
· 01-15 09:58
Espera aí, estás a dizer que ações com perdas podem de repente disparar? Então, será que as minhas ações de alto dividendo é melhor vender?
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Liquidated_Larry
· 01-14 02:25
Caramba, essa lógica toda organizada deixou-me um pouco confuso.
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0xDreamChaser
· 01-12 13:57
Caramba, essa lógica é realmente genial, altos dividendos são mesmo armadilhas de carry trade.
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SneakyFlashloan
· 01-12 13:57
Caramba, essa lógica é um pouco absurda... ações com altos dividendos na verdade não sobem, enquanto ações em perda disparam como foguetes, ETF é realmente uma máquina de embalagem mágica.
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LeverageAddict
· 01-12 13:52
Porra, essa lógica é meio absurda, altos dividendos são só uma armadilha, as verdadeiras ações bomba estão escondidas em ações ruins
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BearHugger
· 01-12 13:50
Esta lógica é realmente incrível, ações de alto dividendo são como obrigações disfarçadas de carneiro, como é que podem disparar assim?
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Ser_This_Is_A_Casino
· 01-12 13:34
Meu Deus, essa teoria soa bem, mas tenho a sensação de que está tentando valorizar ações de baixa qualidade.
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NervousFingers
· 01-12 13:33
Espera aí, essa lógica é que ações com prejuízo podem bombar porque os investidores não olham os dados? Então, nós que escolhemos ações com cuidado não seríamos idiotas?
A dificuldade das ações de alto dividendo é na verdade muito simples — mesmo que a taxa de dividendos atinja 10% ou 20%, é difícil que o preço das ações tenha espaço para subir. Imagine um certificado de depósito bancário com taxa de 10%, cujo valor principal e juros ao vencimento são um número fixo; como esse valor fixo pode valorizar? A lógica é essa.
Ações com alta taxa de dividendos não precisam de propaganda especial ou incentivos. Certificados de depósito a prazo de 1,2%, ou contas de poupança com quase zero de juros, ainda assim atraem uma grande quantidade de fundos. A lógica é a mesma — um rendimento estável por si só já é um atrativo, sem necessidade de embalagens adicionais.
Na verdade, as ações com potencial de valorização são aquelas que não distribuem dividendos. Essas ações geralmente enfrentam dificuldades: prejuízos, zero dividendos, investidores preocupados com o risco de queda. Para abrir espaço para a valorização dessas ações, o mercado adotou uma estratégia inteligente — a emissão massiva de fundos ETF.
Através dessa ferramenta, ações com desempenho ruim e sem dividendos são agrupadas em fundos. Os investidores que compram ETFs geralmente não se aprofundam em indicadores como o índice P/L ou a taxa de dividendos, e muitas vezes nem sabem se esses dados existem para o ETF em si. Assim, essas ações que antes eram pouco valorizadas são “embaladas” com sucesso, e o preço das ações sobe rapidamente.
A realidade está diante de nós: ações de alto dividendo e distribuição de lucros são mais propensas a cair, e subir é quase impossível; enquanto ações com prejuízos e poucos dividendos, parecem estar a bordo de um foguete. A contribuição dos ETFs não pode ser subestimada. A lógica por trás disso merece reflexão de todos os investidores — como a inovação de ferramentas muda o fluxo de fundos e como isso influencia a precificação do mercado.