Washington intensificou a sua repressão às exportações de petróleo venezuelano, apreendendo um terceiro navio-tanque nos últimos sete dias. Este último movimento indica uma aplicação mais rigorosa das sanções destinadas a reduzir as receitas energéticas de Caracas.



As tensões crescentes no mercado de petróleo bruto merecem atenção—conflitos geopolíticos como este geralmente criam incerteza na oferta e volatilidade nos preços da energia. Historicamente, tais perturbações têm efeitos de reverberação nos mercados financeiros mais amplos, incluindo ativos ligados a commodities.

Para os traders que monitorizam tendências macroeconómicas, esta situação na Venezuela destaca as mudanças contínuas nas políticas de controlo do setor energético e nas dinâmicas do comércio internacional. Se isto se traduzirá numa pressão ascendente sustentada nos futuros de petróleo ou se será um pico temporário, depende de quão rapidamente outros produtores ajustarem a produção. Fique atento a como os mercados energéticos globais responderão nas próximas semanas.
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