A infraestrutura RWA nesta pista está a ficar interessante, basicamente dividida em três grandes correntes. De um lado, estão DUSK, MANTRA e outras cadeias nativas de conformidade; do outro, plataformas L2 universais como Arbitrum e Optimism também a disputar terreno; e há ainda soluções de sub-redes como Avalanche Subnets, que estão de olho na sua própria fatia.
Por que é que o DUSK consegue destacar-se? A sua vantagem competitiva resume-se em três pontos principais.
Primeiro, a capacidade de combinar privacidade e conformidade. Em comparação com concorrentes como Polymesh, a arquitetura de conformidade de conhecimento zero do DUSK utiliza uma abordagem de "divulgação seletiva de informações" — consegue satisfazer as necessidades de auditoria das entidades reguladoras sem expor a privacidade dos utilizadores, o que é especialmente atrativo para instituições financeiras tradicionais.
Segundo, a vantagem de estar na frente no mercado europeu. Com a implementação da legislação MiCA, o Dusk tornou-se um projeto de referência sob o quadro regulatório europeu. Enquanto isso, concorrentes como ONDO focam mais no mercado americano, criando uma competição regionalizada.
Terceiro, o ecossistema está a formar-se lentamente. Além do NPEX, estabeleceram parcerias com instituições como Cordial e Chainlink, e a listagem na plataforma Chainbased aumentou a acessibilidade aos ativos. Se as plataformas DEX e as pontes cross-chain forem lançadas futuramente, a liquidez do ecossistema deverá expandir-se ainda mais.
Mas há também problemas evidentes. A falta de liquidez é uma grande desvantagem — o volume de negociação em relação ao valor de mercado é apenas 0,26, muito abaixo da média do setor, o que pode afetar a disposição de grandes investidores entrarem. Além disso, a concorrência de plataformas L2 universais não deve ser subestimada; plataformas de grande escala como Arbitrum já conquistaram a atenção de desenvolvedores e utilizadores.
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A infraestrutura RWA nesta pista está a ficar interessante, basicamente dividida em três grandes correntes. De um lado, estão DUSK, MANTRA e outras cadeias nativas de conformidade; do outro, plataformas L2 universais como Arbitrum e Optimism também a disputar terreno; e há ainda soluções de sub-redes como Avalanche Subnets, que estão de olho na sua própria fatia.
Por que é que o DUSK consegue destacar-se? A sua vantagem competitiva resume-se em três pontos principais.
Primeiro, a capacidade de combinar privacidade e conformidade. Em comparação com concorrentes como Polymesh, a arquitetura de conformidade de conhecimento zero do DUSK utiliza uma abordagem de "divulgação seletiva de informações" — consegue satisfazer as necessidades de auditoria das entidades reguladoras sem expor a privacidade dos utilizadores, o que é especialmente atrativo para instituições financeiras tradicionais.
Segundo, a vantagem de estar na frente no mercado europeu. Com a implementação da legislação MiCA, o Dusk tornou-se um projeto de referência sob o quadro regulatório europeu. Enquanto isso, concorrentes como ONDO focam mais no mercado americano, criando uma competição regionalizada.
Terceiro, o ecossistema está a formar-se lentamente. Além do NPEX, estabeleceram parcerias com instituições como Cordial e Chainlink, e a listagem na plataforma Chainbased aumentou a acessibilidade aos ativos. Se as plataformas DEX e as pontes cross-chain forem lançadas futuramente, a liquidez do ecossistema deverá expandir-se ainda mais.
Mas há também problemas evidentes. A falta de liquidez é uma grande desvantagem — o volume de negociação em relação ao valor de mercado é apenas 0,26, muito abaixo da média do setor, o que pode afetar a disposição de grandes investidores entrarem. Além disso, a concorrência de plataformas L2 universais não deve ser subestimada; plataformas de grande escala como Arbitrum já conquistaram a atenção de desenvolvedores e utilizadores.