#美联储降息 Vi a UBS a prever que as ações americanas continuarão a ter bom desempenho em 2026, e lembrei-me de uma verdade que só compreendi depois de sofrer muitos cortes: a aprovação das grandes instituições nunca é um sinal de compra, mas sim um aviso de risco.
Não me interpretem mal, não estou a dizer que a UBS está errada. Lucros empresariais fortes, redução de taxas da Reserva Federal, políticas claras — esta lógica de fundamentais realmente se sustenta. A possibilidade do S&P 500 chegar aos 7700 pontos não é impossível. O problema é que, quando estes pontos positivos já estão na mesa e sendo repetidamente promovidos pelos grandes influenciadores, o mercado já reagiu.
Perdi muito dinheiro com a mentalidade "se a instituição é favorável, vou riscar". Naquela onda de 2021, as instituições falavam lindezas, os investidores de varejo entravam aos bandos, e no final ficava tudo em pó. A questão-chave é: quando a UBS diz estas coisas, já completou o seu posicionamento. Quando aconselham a "manter a alocação", é linguagem bonita, mas na verdade querem que haja alguém para absorver a sua posição no topo.
A verdadeira estratégia defensiva é assim: aceitar que os fundamentais estão positivos, mas reconhecer claramente os riscos de valorização. A valorização do S&P 500 já não é barata, e o espaço para redução de taxas é limitado. O fim do ciclo de aumento de taxas não é o início do enriquecimento, é apenas o fim da libertação de risco. Políticas como a "clarificação das tarifas" são frequentemente as mais fáceis de reverter.
Em vez de seguir cegamente a alocação, questione-se com três perguntas: Qual é o seu custo de posicionamento? Qual é a sua tolerância ao risco? Se as políticas se revertessem, quanta queda conseguiria suportar? Quando tiver estas coisas todas claras, aloque o que deve. Não deixe que as previsões bonitas o ofusquem.
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#美联储降息 Vi a UBS a prever que as ações americanas continuarão a ter bom desempenho em 2026, e lembrei-me de uma verdade que só compreendi depois de sofrer muitos cortes: a aprovação das grandes instituições nunca é um sinal de compra, mas sim um aviso de risco.
Não me interpretem mal, não estou a dizer que a UBS está errada. Lucros empresariais fortes, redução de taxas da Reserva Federal, políticas claras — esta lógica de fundamentais realmente se sustenta. A possibilidade do S&P 500 chegar aos 7700 pontos não é impossível. O problema é que, quando estes pontos positivos já estão na mesa e sendo repetidamente promovidos pelos grandes influenciadores, o mercado já reagiu.
Perdi muito dinheiro com a mentalidade "se a instituição é favorável, vou riscar". Naquela onda de 2021, as instituições falavam lindezas, os investidores de varejo entravam aos bandos, e no final ficava tudo em pó. A questão-chave é: quando a UBS diz estas coisas, já completou o seu posicionamento. Quando aconselham a "manter a alocação", é linguagem bonita, mas na verdade querem que haja alguém para absorver a sua posição no topo.
A verdadeira estratégia defensiva é assim: aceitar que os fundamentais estão positivos, mas reconhecer claramente os riscos de valorização. A valorização do S&P 500 já não é barata, e o espaço para redução de taxas é limitado. O fim do ciclo de aumento de taxas não é o início do enriquecimento, é apenas o fim da libertação de risco. Políticas como a "clarificação das tarifas" são frequentemente as mais fáceis de reverter.
Em vez de seguir cegamente a alocação, questione-se com três perguntas: Qual é o seu custo de posicionamento? Qual é a sua tolerância ao risco? Se as políticas se revertessem, quanta queda conseguiria suportar? Quando tiver estas coisas todas claras, aloque o que deve. Não deixe que as previsões bonitas o ofusquem.