A era das transferências bancárias lentas ficou para trás. Enquanto o sistema ACH(Automated Clearing House) ainda representa a espinha dorsal da infraestrutura de pagamentos dos EUA, um novo concorrente está a emergir: moedas digitais tokenizadas como USDT e USDC estão a revolucionar a forma como o dinheiro circula.
Onde o sistema ACH atinge os seus limites
O método clássico de compensação funciona apenas em dias úteis e muitas vezes leva dois dias até que um pagamento seja realmente registado. Os custos não são baixos, a eficiência é limitada. Em contrapartida, as stablecoins oferecem disponibilidade contínua: 24 horas por dia, sete dias por semana, com transações quase instantâneas e taxas significativamente reduzidas. A diferença não poderia ser maior.
Os números contam uma história clara
A Galaxy Digital publicou recentemente análises que chamam a atenção. O volume atual de transações com stablecoins já corresponde a cerca de metade do volume do ACH. Com esta dinâmica de crescimento, o volume de transações com stablecoins poderá ultrapassar o sistema ACH até 2026. A capitalização de mercado das stablecoins já se aproxima de 309 mil milhões de dólares — suficiente para desafiar seriamente o sistema. Mesmo na base on-chain, estas moedas digitais já superaram redes estabelecidas como a Visa.
Por que os grandes players estão atentos
Não é por acaso que as instituições financeiras começaram a adotar esta tecnologia. A Visa já está a experimentar USDC para transações internacionais. Os bancos tradicionais estão a avaliar as suas próprias soluções de moeda digital. A razão é clara: a eficiência tornou-se um fator competitivo no setor financeiro moderno.
A realidade: transformação em vez de revolução
Ninguém deve esperar que o sistema bancário desapareça da noite para o dia. Mas a mudança é visível. O dinheiro torna-se mais rápido, programável e transfronteiriço. Com quadros regulatórios mais claros no horizonte, stablecoins como USDT e USDC podem continuar a ganhar importância. A questão central já não é se, mas até que ponto esta transformação irá avançar e a que ritmo.
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Stablecoins estão a substituir os sistemas de pagamento tradicionais: O sistema ACH sob pressão
A era das transferências bancárias lentas ficou para trás. Enquanto o sistema ACH(Automated Clearing House) ainda representa a espinha dorsal da infraestrutura de pagamentos dos EUA, um novo concorrente está a emergir: moedas digitais tokenizadas como USDT e USDC estão a revolucionar a forma como o dinheiro circula.
Onde o sistema ACH atinge os seus limites
O método clássico de compensação funciona apenas em dias úteis e muitas vezes leva dois dias até que um pagamento seja realmente registado. Os custos não são baixos, a eficiência é limitada. Em contrapartida, as stablecoins oferecem disponibilidade contínua: 24 horas por dia, sete dias por semana, com transações quase instantâneas e taxas significativamente reduzidas. A diferença não poderia ser maior.
Os números contam uma história clara
A Galaxy Digital publicou recentemente análises que chamam a atenção. O volume atual de transações com stablecoins já corresponde a cerca de metade do volume do ACH. Com esta dinâmica de crescimento, o volume de transações com stablecoins poderá ultrapassar o sistema ACH até 2026. A capitalização de mercado das stablecoins já se aproxima de 309 mil milhões de dólares — suficiente para desafiar seriamente o sistema. Mesmo na base on-chain, estas moedas digitais já superaram redes estabelecidas como a Visa.
Por que os grandes players estão atentos
Não é por acaso que as instituições financeiras começaram a adotar esta tecnologia. A Visa já está a experimentar USDC para transações internacionais. Os bancos tradicionais estão a avaliar as suas próprias soluções de moeda digital. A razão é clara: a eficiência tornou-se um fator competitivo no setor financeiro moderno.
A realidade: transformação em vez de revolução
Ninguém deve esperar que o sistema bancário desapareça da noite para o dia. Mas a mudança é visível. O dinheiro torna-se mais rápido, programável e transfronteiriço. Com quadros regulatórios mais claros no horizonte, stablecoins como USDT e USDC podem continuar a ganhar importância. A questão central já não é se, mas até que ponto esta transformação irá avançar e a que ritmo.