Em 2025, os países mais pobres do mundo concentram-se massivamente na África Subsaariana. O Sudão do Sul apresenta o PIB per capita mais extremamente limitado do globo, com apenas 251 $, seguido do Iémen (417 $) e do Burundi (490 $). Esta concentração revela desafios económicos estruturais profundos na região.
A República Centro-Africana (532 $), o Malawi (580 $) e Madagascar (595 $) completam este trio crítico africano. O Sudão (625 $), Moçambique (663 $) e a RDC (743 $) continuam esta tendência alarmante de rendimentos extremamente baixos, refletindo instabilidades persistentes e recursos limitados.
Da África Ocidental à Ásia do Sul: uma realidade globalizada
Níger (751 $), Somália (766 $) e Nigéria (807 $) completam o quadro da África Ocidental. Libéria (908 $), Serra Leoa (916 $) e Mali (936 $) testemunham as disparidades económicas crónicas da região. Gâmbia (988 $) e Chade (991 $) fecham este grupo dos rendimentos mais devastados.
Para além da África, economias asiáticas aparecem neste ranking dos países com os rendimentos mais baixos. Myanmar (1 177 $), Tadjiquistão (1 432 $), Nepal (1 458 $) e Timor-Leste (1 491 $) ilustram como a pobreza transcende fronteiras continentais.
A classe média emergente: entre 1 500 e 2 900 dólares
Um segmento intermédio surge entre 1 500 e 2 900 $: Bangladesh (2 689 $), Camboja (2 870 $), Costa do Marfim (2 872 $) e Índia (2 878 $) representam economias em transição. Estes países, embora ainda entre os mais pobres mundialmente, mostram sinais de desenvolvimento gradual em comparação com as 50 nações com os rendimentos mais críticos.
Disparidades regionais e concentração de riquezas
Os dados de 2025 confirmam uma tendência persistente: os rendimentos extremamente baixos agrupam-se geograficamente, principalmente nas regiões confrontadas com instabilidade política, conflitos armados ou recursos naturais mal explorados. Este mapeamento da pobreza global evidencia a urgência de políticas de desenvolvimento sustentável e de investimentos internacionais direcionados.
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Cartografia da pobreza mundial: 50 países com as receitas per capita mais críticas em 2025
O coração da pobreza: a África Subsaariana domina
Em 2025, os países mais pobres do mundo concentram-se massivamente na África Subsaariana. O Sudão do Sul apresenta o PIB per capita mais extremamente limitado do globo, com apenas 251 $, seguido do Iémen (417 $) e do Burundi (490 $). Esta concentração revela desafios económicos estruturais profundos na região.
A República Centro-Africana (532 $), o Malawi (580 $) e Madagascar (595 $) completam este trio crítico africano. O Sudão (625 $), Moçambique (663 $) e a RDC (743 $) continuam esta tendência alarmante de rendimentos extremamente baixos, refletindo instabilidades persistentes e recursos limitados.
Da África Ocidental à Ásia do Sul: uma realidade globalizada
Níger (751 $), Somália (766 $) e Nigéria (807 $) completam o quadro da África Ocidental. Libéria (908 $), Serra Leoa (916 $) e Mali (936 $) testemunham as disparidades económicas crónicas da região. Gâmbia (988 $) e Chade (991 $) fecham este grupo dos rendimentos mais devastados.
Para além da África, economias asiáticas aparecem neste ranking dos países com os rendimentos mais baixos. Myanmar (1 177 $), Tadjiquistão (1 432 $), Nepal (1 458 $) e Timor-Leste (1 491 $) ilustram como a pobreza transcende fronteiras continentais.
A classe média emergente: entre 1 500 e 2 900 dólares
Um segmento intermédio surge entre 1 500 e 2 900 $: Bangladesh (2 689 $), Camboja (2 870 $), Costa do Marfim (2 872 $) e Índia (2 878 $) representam economias em transição. Estes países, embora ainda entre os mais pobres mundialmente, mostram sinais de desenvolvimento gradual em comparação com as 50 nações com os rendimentos mais críticos.
Disparidades regionais e concentração de riquezas
Os dados de 2025 confirmam uma tendência persistente: os rendimentos extremamente baixos agrupam-se geograficamente, principalmente nas regiões confrontadas com instabilidade política, conflitos armados ou recursos naturais mal explorados. Este mapeamento da pobreza global evidencia a urgência de políticas de desenvolvimento sustentável e de investimentos internacionais direcionados.