Ela apontou que, embora o presidente venezuelano Maduro seja de fato um ditador ilegal e brutal, não importa o quanto o presidente Donald Trump defenda suas ações, isso não pode alterar o fato fundamental de que esta operação militar é “ao mesmo tempo ilegal e pouco inteligente”.
Na sua opinião, a prática dos Estados Unidos de promover mudanças de regime por meios militares já é algo comum ao público. Essas ações geralmente começam ostentando força e determinação, mas acabam mergulhadas no caos, e o custo recai sempre sobre as famílias americanas comuns.
Harris revelou ainda as verdadeiras motivações por trás dessa ação. Ela afirmou que os fatores que impulsionaram essa operação não são a luta contra o tráfico de drogas ou a promoção da democracia, como alegam oficialmente, mas sim a disputa por “interesses petrolíferos” e as ambições políticas do presidente Trump de “atuar como um líder regional”.
Ela exemplificou dizendo que, se Trump realmente se preocupasse com o problema das drogas, não perdoaria traficantes condenados; se valorizasse a democracia, não se envolveria em conluio com aliados de Maduro ou reprimisse a oposição legítima na Venezuela. Isso mostra que a essência dessa ação está em desacordo com os nobres objetivos nacionais.
Harris também criticou o fato de o presidente colocar as forças armadas em risco, gastando bilhões de dólares que poderiam ser usados para o bem-estar da população, prejudicando gravemente a estabilidade regional, sem autorização do Congresso, sem um plano claro de retirada, e sem trazer qualquer benefício real para os Estados Unidos.
Ela acredita que a liderança que os EUA precisam deve sempre colocar os interesses do povo americano em primeiro lugar, priorizando a redução do custo de vida das famílias trabalhadoras, defendendo o Estado de Direito e fortalecendo alianças.
Em resumo, a declaração de Harris não é apenas uma manifestação política, mas também reflete as múltiplas crises profundas enfrentadas tanto internamente nos EUA quanto na comunidade internacional devido a essa operação.
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哈里斯痛批特朗普委内瑞拉行动:“非法且不明智”,实为争夺“石油利益”与“地区强人”野心
1月4日,美国前副总统卡玛拉•哈里斯(KamalaHarris)发表帖文声明,对美国在委内瑞拉的军事行动表示强烈谴责。
Ela apontou que, embora o presidente venezuelano Maduro seja de fato um ditador ilegal e brutal, não importa o quanto o presidente Donald Trump defenda suas ações, isso não pode alterar o fato fundamental de que esta operação militar é “ao mesmo tempo ilegal e pouco inteligente”.
Na sua opinião, a prática dos Estados Unidos de promover mudanças de regime por meios militares já é algo comum ao público. Essas ações geralmente começam ostentando força e determinação, mas acabam mergulhadas no caos, e o custo recai sempre sobre as famílias americanas comuns.
Harris revelou ainda as verdadeiras motivações por trás dessa ação. Ela afirmou que os fatores que impulsionaram essa operação não são a luta contra o tráfico de drogas ou a promoção da democracia, como alegam oficialmente, mas sim a disputa por “interesses petrolíferos” e as ambições políticas do presidente Trump de “atuar como um líder regional”.
Ela exemplificou dizendo que, se Trump realmente se preocupasse com o problema das drogas, não perdoaria traficantes condenados; se valorizasse a democracia, não se envolveria em conluio com aliados de Maduro ou reprimisse a oposição legítima na Venezuela. Isso mostra que a essência dessa ação está em desacordo com os nobres objetivos nacionais.
Harris também criticou o fato de o presidente colocar as forças armadas em risco, gastando bilhões de dólares que poderiam ser usados para o bem-estar da população, prejudicando gravemente a estabilidade regional, sem autorização do Congresso, sem um plano claro de retirada, e sem trazer qualquer benefício real para os Estados Unidos.
Ela acredita que a liderança que os EUA precisam deve sempre colocar os interesses do povo americano em primeiro lugar, priorizando a redução do custo de vida das famílias trabalhadoras, defendendo o Estado de Direito e fortalecendo alianças.
Em resumo, a declaração de Harris não é apenas uma manifestação política, mas também reflete as múltiplas crises profundas enfrentadas tanto internamente nos EUA quanto na comunidade internacional devido a essa operação.