BlockBeats notícia, 27 de março, o presidente da Venezuela, Maduro, compareceu no dia 26 ao tribunal federal do distrito sul de Nova Iorque, EUA. No tribunal, Maduro e sua esposa não se pronunciaram durante todo o tempo, apenas sentaram-se no banco dos réus, ouvindo, registrando e comunicando-se com o advogado. O tribunal disponibilizou uma transmissão por circuito fechado para que os jornalistas assistissem, mas o ângulo das imagens era limitado. Segundo a mídia, Maduro já perdeu cerca de 13 quilos desde o início de janeiro e atualmente está detido no Centro Metropolitano de Detenção de Brooklyn, em Nova Iorque. Este centro de detenção é “notório”, como um “inferno na terra”, e Maduro e sua esposa não conseguem se encontrar ou comunicar-se diretamente. Ao longo dos anos, os advogados afirmaram que as pessoas detidas lá consomem “alimentos vencidos, mal cozinhados e contaminados”, incluindo “carnes e laticínios estragados”.
O foco da audiência foi a questão do pagamento das taxas dos advogados. A defesa apontou que o Departamento do Tesouro dos EUA permitiu brevemente que o governo venezuelano pagasse as taxas dos advogados, mas depois alterou a autorização, alegando violação da Sexta Emenda da Constituição dos EUA e do devido processo legal, exigindo a retirada do caso ou permitindo que os advogados se retirassem. A acusação respondeu que isso envolve segurança nacional e política externa, não permitindo que o governo pague as taxas, e não apresentou outras opções de alívio. O juiz presidente de 92 anos, Hellstern, afirmou que não irá retirar o caso, questionando se o réu atualmente representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA, chamando o caso de “único e incomum”. Se os advogados de defesa se retirarem, o governo dos EUA poderá designar um advogado para representar.
Fora do tribunal, várias pessoas demonstraram apoio a Maduro, chamando-o de presidente legítimo, pedindo a libertação do casal Maduro e criticando os EUA por desperdiçar impostos e interferir ilegalmente. O presidente dos EUA, Trump, insinuou que Maduro pode enfrentar mais acusações. (Diário Econômico)