Acabei de descobrir algumas informações interessantes sobre Jack Kellogg, este trader de 25 anos que tem causado impacto nos mercados dos EUA. A maioria das pessoas conhece o seu nome por cobertura na imprensa, mas detalhes reais da estratégia? É bastante raro de encontrar. De qualquer forma, ele explicou duas abordagens sólidas numa entrevista que valem a pena ser observadas.



A sua jornada de trading não foi uma linha reta—problemas de saúde graves, contas perdidas, sobreviveu tanto ao caos da alta de 2021 quanto ao brutal mercado em baixa de 2022. Mas aqui está o que é interessante: o seu sistema tornou-se mais simples e mais estável com o tempo, não mais complexo. A sua conta continuou a crescer exponencialmente. Ele tem uma frase que eu gosto: Keep it simple, keep it stupid.

Vamos falar de estratégia. A abordagem inovadora de Kellogg usa os gráficos semanais e diários do S&P 500 ou do ETF Nasdaq 100 para avaliar a tendência macro. A lógica dele é direta—se esses índices estiverem numa tendência de alta há um mês e atingirem novas máximas na última semana ou duas, isso é uma configuração clara para breakout. Quando entra, não faz scalping intradiário; mantém posições por dias ou mais.

Ele entende que os mercados são cíclicos e impulsionados pela psicologia dos traders. Quando os preços sobem, o otimismo se acumula até atingir o pico da ganância. Em vez de tentar pegar o topo absoluto, Kellogg prefere entrar mais ou menos no meio desse movimento ascendente.

Antes de disparar a ordem, ele analisa plataformas como Stocks To Trade, Finviz e TradingView em busca dos maiores ganhos do dia. Depois, filtra por dois fatores críticos: volume de negociação massivo e forte ação de preço. Isso importa porque mostra que a ação realmente está a mover-se com participação real. Ele evita aquelas anomalias de baixo volume—como uma ação que sobe 300% com apenas $500K volume. Essas são armadilhas de manipulação com baixa liquidez que podem arruinar as suas entradas e saídas.

Ele procura ações com centenas de milhões ou até bilhões de volume diário, que subiram 50-100% em um curto espaço de tempo. Essas entram na sua lista de observação. Depois, verifica a ação do preço nas últimas duas ou três semanas. Se não estiverem a manter novas máximas ou se tiverem rompido níveis de suporte importantes, ele passa adiante. Em seguida, investiga as notícias para encontrar o catalisador que impulsionou o movimento e estima quanto tempo pode durar.

Pegando o exemplo da Blue Water Vaccines de 27 de julho—a ação atingiu uma nova máxima diária com notícias sobre o desenvolvimento da vacina contra a varíola dos macacos. Mas aqui está a opinião dele: catalisadores relacionados a medicamentos são complexos e de ciclo longo. Esse tipo de notícia cria picos temporários, e se entrar, precisa de realizar lucros rapidamente. Depois de garantir ganhos instantâneos, ele ajusta o stop-loss para o preço de entrada para proteger o capital. Se o catalisador for mais amplo—aprovação regulatória, novas oportunidades de mercado, eventos importantes—ele acompanha o comportamento do preço com mais atenção, procurando padrões de maior probabilidade.

Kellogg apoia-se fortemente na sua estratégia inovadora: após uma subida de um ou dois dias, quer ver o preço aproximar-se da máxima ou romper resistência com volume aumentado. Quando os gráficos diários do S&P 500 e Nasdaq 100 parecem agitados, ele muda para trading intradiário.

Aqui entra o Volume Weighted Average Price (VWAP)—que combina volume e preço para mostrar a média verdadeira do mercado. Kellogg estabeleceu uma regra: nunca fazer long above the VWAP, nunca fazer short abaixo dela. Ele também usa o VWAP para sair. Se fizer short a $9 e o VWAP estiver a $7, esse é o seu nível de saída ou de realização de lucros.

Picos de volume também dizem algo a ele. Volume elevado perto da máxima do dia ou em zonas de resistência? É aí que ele faz short—muita gente a perseguir, muitos do lado errado da operação. Ele também observa quanto tempo o preço permanece em certos níveis. Trinta minutos a uma hora num preço específico? Essa resistência é real.

Nada de revolucionário aqui, mas a disciplina e a simplicidade são o que destacam a abordagem de Kellogg aos mercados. Sem sistemas complexos, apenas uma gestão de risco sólida e a leitura do que o mercado realmente está a fazer.
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