Em janeiro, emprestei 2500 euros a um amigo.


Bom amigo, conheço-o há anos. Disse-me que precisava do dinheiro para o aluguel e que me devolveria em duas semanas.
Enviei-lhe o dinheiro de imediato, sem mais perguntas.
Já estamos em abril.
Fiquei calado, porque pedir que te devolvam o teu próprio dinheiro faz-te sentir como o vilão do filme.
Entretanto, publica fotos de jantares, concertos, ténis novos, viagens... simplesmente vive a vida.
E já nem se trata dos 2500 euros.
É o silêncio. Como se nunca tivesse acontecido.
É incrível como o dinheiro não arruína amizades, mas sim a ideia de que elas nunca existiram.
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