Pesquisas de opinião mostram que 15% dos americanos estão dispostos a aceitar um chefe de IA, enquanto sete em cada dez estão preocupados com o impacto da IA no emprego

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Mensagem da Deep Tide TechFlow, a 31 de março, segundo a TechCrunch, a Universidade Quinnipiac (Quinnipiac University) realizou, entre 19 e 23 de março de 2026, um inquérito a 1.397 adultos nos EUA; os resultados mostram que 15% dos inquiridos estariam dispostos a aceitar como chefe direto um programa de IA, que lhes atribuiria tarefas e definiria o horário; mas 70% dos inquiridos consideram que o desenvolvimento da IA irá reduzir as oportunidades de emprego, e 30% dos trabalhadores em funções receiam que os seus postos sejam substituídos por IA.

Entretanto, a tendência de substituir a gestão por IA está a acelerar a sua propagação nas empresas: a Workday lançou um agente inteligente de IA capaz de tratar de forma substituta as aprovações de reembolso; a Amazon implementou fluxos de trabalho de IA para substituir funções de gestão intermédia e despedir um grande número de gestores; e engenheiros da Uber chegaram mesmo a construir um modelo de IA para o CEO Dara Khosrowshahi a fim de fazer a triagem de propostas antes das reuniões. A indústria tem apelidado esta tendência de “The Great Flattening” e, no futuro, poderão surgir empresas unicórnio plenamente operadas por IA.

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