#ORDI Enquanto jovem, não hoje, embarco para percorrer a relva selvagem
Adeus à rotina, em busca de liberdade
Sem ostentação, evitando o barulho do mundo, como é difícil prever o coração humano
Escondido, ninguém sabe, a obsessão nunca vacilou
Fazer de enganos e trapaças um esforço inútil
Tesouro na palma da mão, espada no coração, até o demônio é insignificante
Sozinho, enfrentando o calor da prova
Mais uma vez, reconheço o rosto familiar
Mais nenhuma preocupação, tudo deixo para trás
Cortando tudo, o céu e a terra tornam-se minha casa
Desde então, esquecemo-nos um do outro na vastidão
Força