Na conjuntura atual de inflação e riscos geopolíticos entrelaçados, "como escolher ativos de proteção" tornou-se um tema quente nas conversas de rua. O ouro, como o "grande irmão" de mil anos, mantém-se no trono tradicional de proteção; o Bitcoin, esse "novo rei digital", avança com a bandeira da "descentralização". Mas quem é realmente o verdadeiro rei da proteção? Hedging contra a inflação: ouro é "moeda forte", Bitcoin ainda é "teste"? Falando de combate à inflação, o ouro é um veterano com 20 anos de experiência prática. Nos últimos 20 anos, independentemente do aumento dos preços, o ouro sempre conseguiu superar a inflação de forma estável, como se fosse uma "seguro de vida" para a carteira — seu dinheiro pode desvalorizar, mas o ouro na sua mão sempre pode ser trocado por ouro de verdade. Essa estabilidade vem de sua escassez natural e do consenso global, de imperadores antigos a bancos centrais modernos, ninguém questiona o valor do ouro. Quanto ao Bitcoin, embora ostente o título de "ouro digital", seu desempenho é como uma montanha-russa. Em 2022, a maior retração ultrapassou 65%, o que equivale a perder R$100 de capital inicial e ficar com apenas R$35, o que não é proteção contra a inflação, mas sim uma "proteção contra a riqueza". Volatilidade: um como "eletrocardiograma", outro como "helicóptero" A volatilidade anualizada do ouro é cerca de 15%, aproximadamente metade do índice CSI 300, com um movimento tão estável quanto um barco em um lago. Mesmo em terremotos de mercado, suas oscilações de preço não vão te fazer acordar no meio da noite, sendo ideal para os conservadores que buscam "paz de espírito". Por exemplo, se você comprou ouro há 20 anos, provavelmente não fica monitorando o preço todos os dias, afinal, ele segue uma rota de "boi lento". Já o Bitcoin é diferente, com uma volatilidade anualizada que facilmente ultrapassa 80%, sendo considerado o "dançarino das finanças". Seu preço pode estar nas nuvens agora, e na próxima hora pode despencar. Em março de 2025, sua volatilidade caiu para abaixo de 58%, mas ainda assim mais de três vezes o do ouro — é como fazer um passeio de helicóptero, as vistas são espetaculares, mas o coração precisa estar forte. Quer usar Bitcoin como ferramenta de proteção? A menos que você tenha uma mentalidade de "Tiradentes, que permanece calmo diante do caos". Liquidez: um é "passaporte global", outro é "moeda local" Qual é a força da liquidez do ouro? Vamos dizer assim, você vai ao mercado comprar uma cebola, o vendedor reconhece o ouro. Bancos centrais, joalheiros e investidores estão sempre prontos para comprar, a liquidez é tão rápida quanto um pagamento por QR code. Mesmo em crise econômica, o ouro pode ser rapidamente convertido em dinheiro para emergências, sendo uma "moeda forte" de verdade. A liquidez do Bitcoin é um pouco embaraçosa. Embora a tecnologia blockchain facilite as transferências, na hora de vender em grande quantidade, você pode aprender na prática o que é "ser ensinado a fazer a coisa certa" — exchanges caem, slippage aumenta, tudo isso é comum, parecendo um "rico de papel", que parece divertido, mas a liquidez depende da sorte na hora de vender. Risco geopolítico: ouro é o "queridinho em tempos de caos", Bitcoin é a "ação de Schrödinger" Sempre que a situação internacional fica tensa, o ouro é o primeiro a subir, uma lógica simples e direta: guerra, o papel moeda pode virar lixo, mas o ouro sempre é ouro. Na crise Rússia-Ucrânia (e em outros conflitos internacionais atuais), o preço do ouro disparou, e os bancos centrais de vários países também fizeram compras agressivas, mostrando o poder de uma reputação de mil anos. O desempenho do Bitcoin em crises geopolíticas, por outro lado, é como um "enigma". Alguns acreditam que ele consegue escapar da regulamentação governamental, sendo um "porto seguro digital"; outros temem que uma repressão regulatória possa cortar seu valor pela metade. Em 2022, com o aumento de juros pelo Federal Reserve, o Bitcoin caiu junto com as ações, quebrando a suposta "não correlação". Resumindo, o Bitcoin ainda não provou que consegue se proteger sozinho em tempos de guerra e caos. Conclusão: ouro é a " âncora de lastro", Bitcoin é uma "loteria" De modo geral, o ouro continua sendo a "âncora" nos portfólios de investimento modernos. Sua estabilidade, liquidez e respaldo histórico determinam sua indispensabilidade em tempos de turbulência econômica. Quanto ao Bitcoin, é mais adequado para aqueles com alta tolerância ao risco e que buscam altos retornos — usá-lo como "investimento alternativo" não há problema, mas contar que ele carregue a bandeira da proteção contra riscos, ainda vai precisar de mais alguns anos de prática.
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#中东局势升级 Ouro e Bitcoin, quem é o rei da proteção?
Na conjuntura atual de inflação e riscos geopolíticos entrelaçados, "como escolher ativos de proteção" tornou-se um tema quente nas conversas de rua. O ouro, como o "grande irmão" de mil anos, mantém-se no trono tradicional de proteção; o Bitcoin, esse "novo rei digital", avança com a bandeira da "descentralização". Mas quem é realmente o verdadeiro rei da proteção?
Hedging contra a inflação: ouro é "moeda forte", Bitcoin ainda é "teste"?
Falando de combate à inflação, o ouro é um veterano com 20 anos de experiência prática. Nos últimos 20 anos, independentemente do aumento dos preços, o ouro sempre conseguiu superar a inflação de forma estável, como se fosse uma "seguro de vida" para a carteira — seu dinheiro pode desvalorizar, mas o ouro na sua mão sempre pode ser trocado por ouro de verdade. Essa estabilidade vem de sua escassez natural e do consenso global, de imperadores antigos a bancos centrais modernos, ninguém questiona o valor do ouro. Quanto ao Bitcoin, embora ostente o título de "ouro digital", seu desempenho é como uma montanha-russa. Em 2022, a maior retração ultrapassou 65%, o que equivale a perder R$100 de capital inicial e ficar com apenas R$35, o que não é proteção contra a inflação, mas sim uma "proteção contra a riqueza".
Volatilidade: um como "eletrocardiograma", outro como "helicóptero"
A volatilidade anualizada do ouro é cerca de 15%, aproximadamente metade do índice CSI 300, com um movimento tão estável quanto um barco em um lago. Mesmo em terremotos de mercado, suas oscilações de preço não vão te fazer acordar no meio da noite, sendo ideal para os conservadores que buscam "paz de espírito". Por exemplo, se você comprou ouro há 20 anos, provavelmente não fica monitorando o preço todos os dias, afinal, ele segue uma rota de "boi lento". Já o Bitcoin é diferente, com uma volatilidade anualizada que facilmente ultrapassa 80%, sendo considerado o "dançarino das finanças". Seu preço pode estar nas nuvens agora, e na próxima hora pode despencar. Em março de 2025, sua volatilidade caiu para abaixo de 58%, mas ainda assim mais de três vezes o do ouro — é como fazer um passeio de helicóptero, as vistas são espetaculares, mas o coração precisa estar forte. Quer usar Bitcoin como ferramenta de proteção? A menos que você tenha uma mentalidade de "Tiradentes, que permanece calmo diante do caos".
Liquidez: um é "passaporte global", outro é "moeda local"
Qual é a força da liquidez do ouro? Vamos dizer assim, você vai ao mercado comprar uma cebola, o vendedor reconhece o ouro. Bancos centrais, joalheiros e investidores estão sempre prontos para comprar, a liquidez é tão rápida quanto um pagamento por QR code. Mesmo em crise econômica, o ouro pode ser rapidamente convertido em dinheiro para emergências, sendo uma "moeda forte" de verdade. A liquidez do Bitcoin é um pouco embaraçosa. Embora a tecnologia blockchain facilite as transferências, na hora de vender em grande quantidade, você pode aprender na prática o que é "ser ensinado a fazer a coisa certa" — exchanges caem, slippage aumenta, tudo isso é comum, parecendo um "rico de papel", que parece divertido, mas a liquidez depende da sorte na hora de vender.
Risco geopolítico: ouro é o "queridinho em tempos de caos", Bitcoin é a "ação de Schrödinger"
Sempre que a situação internacional fica tensa, o ouro é o primeiro a subir, uma lógica simples e direta: guerra, o papel moeda pode virar lixo, mas o ouro sempre é ouro. Na crise Rússia-Ucrânia (e em outros conflitos internacionais atuais), o preço do ouro disparou, e os bancos centrais de vários países também fizeram compras agressivas, mostrando o poder de uma reputação de mil anos. O desempenho do Bitcoin em crises geopolíticas, por outro lado, é como um "enigma". Alguns acreditam que ele consegue escapar da regulamentação governamental, sendo um "porto seguro digital"; outros temem que uma repressão regulatória possa cortar seu valor pela metade. Em 2022, com o aumento de juros pelo Federal Reserve, o Bitcoin caiu junto com as ações, quebrando a suposta "não correlação". Resumindo, o Bitcoin ainda não provou que consegue se proteger sozinho em tempos de guerra e caos.
Conclusão: ouro é a " âncora de lastro", Bitcoin é uma "loteria"
De modo geral, o ouro continua sendo a "âncora" nos portfólios de investimento modernos. Sua estabilidade, liquidez e respaldo histórico determinam sua indispensabilidade em tempos de turbulência econômica. Quanto ao Bitcoin, é mais adequado para aqueles com alta tolerância ao risco e que buscam altos retornos — usá-lo como "investimento alternativo" não há problema, mas contar que ele carregue a bandeira da proteção contra riscos, ainda vai precisar de mais alguns anos de prática.