Não confie mais naquelas "fórmulas de sucesso" dos grandes nomes, pois na maioria das vezes são apenas narcisismo pós-fato.\n\nMa Yun diz que seu sucesso é devido à persistência, mas não conta que, na época, outros 999 que persistiram e até se esforçaram mais, já tinham morrido no inverno silencioso antes de serem notados.\n\nIsso chama-se viés de sobrevivência. Apenas quem sobrevive tem o direito de pegar no microfone; os mortos não podem falar.\n\nO sucesso, na essência, é: três partes habilidade, seis partes sorte e uma parte de ancestralidade que dá sorte.\n\nMas a "sorte" não se ensina nem se vende. Por isso, eles só conseguem transformar aquela pequena "esforço" em uma regra de ouro, fazendo você comprar livros, cursos e, no final, um consolo psicológico.\n\nA ilusão mais triste das pessoas comuns é pensar que, copiando os movimentos dos outros, podem copiar o destino deles.\n\nReconhecer a existência da sorte não é para você ficar de braços cruzados. É para entender que: o verdadeiro vencedor não é aquele que tem a melhor técnica de jogo, mas aquele que tem fichas suficientes e consegue ficar na mesa apostando continuamente.\n\nO que você precisa fazer não é ouvir histórias, mas continuar se esforçando, aumentando aquela chance minúscula de encontrar a sorte por acaso.
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Não confie mais naquelas "fórmulas de sucesso" dos grandes nomes, pois na maioria das vezes são apenas narcisismo pós-fato.\n\nMa Yun diz que seu sucesso é devido à persistência, mas não conta que, na época, outros 999 que persistiram e até se esforçaram mais, já tinham morrido no inverno silencioso antes de serem notados.\n\nIsso chama-se viés de sobrevivência. Apenas quem sobrevive tem o direito de pegar no microfone; os mortos não podem falar.\n\nO sucesso, na essência, é: três partes habilidade, seis partes sorte e uma parte de ancestralidade que dá sorte.\n\nMas a "sorte" não se ensina nem se vende. Por isso, eles só conseguem transformar aquela pequena "esforço" em uma regra de ouro, fazendo você comprar livros, cursos e, no final, um consolo psicológico.\n\nA ilusão mais triste das pessoas comuns é pensar que, copiando os movimentos dos outros, podem copiar o destino deles.\n\nReconhecer a existência da sorte não é para você ficar de braços cruzados. É para entender que: o verdadeiro vencedor não é aquele que tem a melhor técnica de jogo, mas aquele que tem fichas suficientes e consegue ficar na mesa apostando continuamente.\n\nO que você precisa fazer não é ouvir histórias, mas continuar se esforçando, aumentando aquela chance minúscula de encontrar a sorte por acaso.