Corrida de fim de ano dos metais preciosos! Ouro e prata ambos em alta, a tendência do mercado revela o charme da proteção contra riscos

Contexto catalisador: múltiplos fatores impulsionam os metais preciosos para cima

Entrando na fase final do ano, o mercado internacional de metais preciosos apresenta uma onda de forte valorização. Segundo a Bloomberg, nesta semana, durante o horário de negociação na Ásia, o ouro e a prata à vista subiram simultaneamente, sendo que o preço da prata atingiu um novo recorde histórico, destacando o apetite do mercado por ativos de refúgio.

Por trás dessa tendência de alta, há duas principais forças motrizes: primeiro, a expectativa de ajuste na política monetária do Federal Reserve, com os traders prevendo que o Fed reduzirá as taxas duas vezes até 2026, o que favorece o ouro e a prata, que não geram renda de juros; segundo, o aumento dos riscos geopolíticos globais, com o endurecimento do embargo de petróleo dos EUA contra a Venezuela e a continuação do ataque na Ucrânia ao “frota sombra” russa no Mediterrâneo, intensificando a tensão geopolítica e reforçando a função de refúgio dos metais preciosos.

Visão geral do mercado: ressonância dupla dos metais cria novo recorde histórico

Na segunda-feira, durante o pregão na Ásia, o ouro à vista teve uma forte alta, com uma valorização de 33 dólares no dia, operando atualmente próximo de 4372 dólares por onça, a apenas um passo do pico de 4381 dólares por onça de outubro. Ao mesmo tempo, a prata apresentou desempenho ainda mais expressivo, com alta de 1,3% no dia, fechando em 68,05 dólares por onça, atingindo um novo recorde histórico.

O desempenho robusto da prata merece atenção. Desde que, em outubro, surgiu uma tendência de escassez de oferta que impulsionou o mercado de metais preciosos, o entrada de fundos especulativos continuou, sem alívio na restrição de oferta. Os volumes de negociação dos contratos futuros de prata em Xangai subiram para níveis vistos há dois meses, refletindo uma rápida intensificação do interesse do mercado.

Relatório anual: metais preciosos registram o melhor desempenho em quase 45 anos

Para os investidores em metais preciosos, 2024 tem sido um ano de colheita. Até agora, o preço da prata mais que dobrou desde o início do ano, enquanto o ouro acumulou um aumento de cerca de dois terços, ambos com potencial de registrar o melhor desempenho anual desde 1979. Essa performance é sustentada pelo aumento contínuo das reservas dos bancos centrais globais e pelo fluxo massivo de capital para fundos negociados em bolsa (ETFs) lastreados em ativos físicos.

De acordo com dados compilados pela Bloomberg, os ETFs de ouro tiveram entradas líquidas por cinco semanas consecutivas; dados da World Gold Council mostram que, exceto em maio, as posições desses fundos aumentaram mês a mês neste ano. A atenção contínua dos investidores no lado do capital tem criado uma base sólida para o desempenho forte dos metais preciosos ao longo do ano.

Perspectivas das instituições: continuidade do otimismo em 2025, alvo de 4900 dólares

Analistas do Goldman Sachs, em relatório recente, afirmaram que o ouro ainda tem espaço para subir até 2026. Sob o cenário base, o objetivo de preço do Goldman é de 4900 dólares por onça, destacando que os riscos de alta são relativamente maiores. Os analistas apontam que, com investidores de ETFs e bancos centrais globais disputando a oferta limitada de barras de ouro físicas, essa tensão estrutural de oferta deve continuar sustentando o preço do ouro.

Análise técnica: roteiro de rompimento claro

Do ponto de vista da análise técnica, os analistas do FXStreet destacam que o fator-chave para o curto prazo é a capacidade do ouro de continuar rompendo a máxima histórica. Se o preço superar a resistência de 4381 dólares por onça e se consolidar acima de 4400 dólares, há potencial para uma alta até 4450-4500 dólares.

Por outro lado, se o preço recuar e cair abaixo de 4300 dólares por onça, os especuladores podem testar a máxima de 4285 dólares de 11 de dezembro, com atenção subsequente às barreiras psicológicas de 4250 e 4200 dólares.

De modo geral, o mercado de metais preciosos, impulsionado por múltiplos fatores positivos, já apresenta uma ressonância de alta. Seja pelo suporte fundamental de bancos centrais, pelas expectativas de redução de juros na política, ou pela demanda de refúgio geopolítico, o ouro e a prata encontram suporte sólido. Com o cenário de mercado em inglês, a tendência de final de ano para os metais preciosos deve continuar.

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