O que é criptomoeda? Primeiro, compreenda este novo mundo
Se estás a começar a explorar criptomoedas, a forma mais simples de entender é: imagina-la como um sistema financeiro paralelo totalmente novo, construído a partir de código.
Neste sistema, ocorreram três mudanças fundamentais:
Sem gestores tradicionais: sem um banco central a decidir quanto dinheiro imprimir, sem um banco a segurar os teus fundos
Regras abertas e transparentes: todos os dados de transação são registados na “blockchain”, um livro-razão partilhado globalmente, mantido por milhares de computadores em todo o mundo
Ativos totalmente autónomos: o teu dinheiro corresponde a uma cadeia de chaves privadas que só tu conheces, existindo fisicamente na tua própria carteira, e não num servidor de banco
Aqui é importante distinguir dois conceitos frequentemente confundidos. Criptomoeda (como Bitcoin, Ethereum) é um ativo digital emitido por empresas ou comunidades, com características de descentralização. Já a moeda digital (como o RMB digital chinês, DCJPY do Japão) é uma versão eletrónica de moeda fiduciária emitida pelo banco central, ainda sob gestão centralizada.
Características
Criptomoeda
Moeda digital
Emissor
Empresas/comunidades
Banco central
Descentralizada
Sim
Não
Status legal
Geralmente considerada ativo digital
Moeda fiduciária
Base tecnológica
P2P, blockchain
NFC, tecnologias de privacidade
As criptomoedas têm realmente valor? Três momentos históricos que te dizem
A melhor resposta a esta questão não está na teoria, mas na história de mais de uma década de desenvolvimento. Como é que o valor das criptomoedas começou a “crescer” do zero?
Primeiro marco: do código ao dinheiro — prova de valor de pagamento
22 de maio de 2010, o programador Laszlo Hanyecz trocou 10.000 bitcoins por duas pizzas, que na altura valiam cerca de 25 dólares. Este evento parece insignificante, mas foi extremamente importante: foi a primeira vez que um código digital foi avaliado no mundo real.
Isto provou que os registos na blockchain podiam executar transações reais, e o Bitcoin deixou de ser apenas código — passou a ter a função básica de “moeda”. Embora hoje ninguém use bitcoins de valor milionário para comprar pizza, este ponto de partida estabeleceu a viabilidade técnica de usar a criptomoeda como ferramenta de pagamento ponto-a-ponto.
Segundo marco: revolução dos contratos inteligentes — libertação de valor de financiamento
Avançando para 2017. Com a introdução do Ethereum e dos contratos inteligentes, nasceu a “Oferta Inicial de Moedas” (ICO). Equipas de startups apenas precisaram de publicar um whitepaper para captar fundos de investidores globais, muito mais eficiente do que o financiamento tradicional.
O projeto EOS, em um ano, arrecadou cerca de 4 mil milhões de dólares através de ICOs. Este período mostrou o segundo valor das criptomoedas: tornaram-se uma ferramenta de financiamento global e sem intermediários. Qualquer pessoa com internet podia participar em investimentos iniciais, com custos quase nulos. Apesar de depois surgirem fraudes e bolhas, isto demonstrou o potencial da blockchain em remodelar o ecossistema de financiamento.
Terceiro marco: reconhecimento de ativos — estabelecimento de valor de reserva
Hoje, a perceção já amadureceu. Após várias fases de ciclos de alta e baixa, o consenso principal tornou-se claro:
Bitcoin como “ouro digital”: empresas cotadas como MicroStrategy, Tesla, e até alguns países soberanos, já o incluem nos seus balanços. A sua escassez e facilidade de transferência internacional fazem dele uma reserva de valor contra a inflação, sem soberania própria. Segundo dados recentes, o BTC está a $93.73K, com uma capitalização de mercado de $1872.02B.
Ethereum como “plataforma de aplicações”: nele operam finanças descentralizadas, arte digital, organizações automáticas, formando uma vasta ecologia económica. É mais do que moeda, é a camada de liquidação e inovação.
Conclusão: o valor das criptomoedas é real, mas isso não significa que todas as tokens tenham valor. Existem mais de dez mil tokens no mercado, a maioria sem necessidade prática ou modelo económico, que acabam por ir a zero. Apenas algumas resistem ao teste do tempo e criam efeitos de rede.
A dualidade das criptomoedas: vantagens e desvantagens rápidas
As criptomoedas têm várias características, mas os “prós e contras” variam consoante a pessoa. A privacidade é uma vantagem para utilizadores comuns, mas uma desvantagem para reguladores. Aqui estão algumas características com menor controvérsia:
Vantagens
Desvantagens
Resistência à inflação - BTC com limite de 21 milhões, evita hiperinflação
Perda de chaves privadas - esquecer ou perder a chave, ativos ficam inacessíveis para sempre
Alta segurança - transações requerem consenso de nós, difícil de manipular
Transações irreversíveis - erro ao enviar, não há como recuperar
Transparência total - todos os dados na blockchain são públicos
Volatilidade extrema - oscilações diárias superiores a 10%, quedas mensais até 50%
Transferências instantâneas - sem limites de tempo, região ou câmbio
Incerteza regulatória - leis variam e ainda estão em desenvolvimento
Os 7 erros mais comuns de investidores iniciantes
Erro 1: Perder a chave privada é perder para sempre
As senhas de bancos podem ser canceladas, mas se perderes a tua chave privada ou frase de recuperação, ninguém pode ajudar-te a recuperá-la. Aproximadamente 20% do Bitcoin mundial (cerca de 4 milhões de BTC) está eternamente bloqueado na blockchain, porque os donos esqueceram as chaves — estes ativos valem mais de 10 biliões de TWD atualmente.
Primeira regra: escreve a frase de recuperação num papel, guarda-a fisicamente. Não a guardes no telemóvel, na nuvem ou em notas de apps.
Erro 2: Risco das exchanges facilmente ignorado
Quando a FTX quebrou em 2022, centenas de milhares de pessoas perderam tudo de uma noite para a outra. Ainda em 2024, algumas exchanges menores fecharam após ataques de hackers. Lembra-te de um princípio: guardar o dinheiro na exchange = o dinheiro não é teu, é uma dívida que a exchange te deve.
Para tokens que manténs a longo prazo, compra e transfere imediatamente para a tua carteira. A exchange é apenas o local de compra, não um banco de depósito.
Erro 3: A volatilidade é maior do que imaginas
Oscilações diárias de 20%-30% em criptomoedas são comuns. Em maio de 2021, houve uma queda mensal de 50%; em março de 2025, uma queda instantânea de 28% por uma notícia. Antes de investir, pergunta-te: a minha resistência emocional e fundos suportam uma redução rápida de valor?
Erro 4: 99,9% das novas tokens acabam a zero
Todos os anos, surgem mais de um milhão de novas tokens. Em 2024, 95% das novas tokens têm preço inferior a 0,0001 dólares. A menos que sejas um investigador experiente, basta-te focar em BTC e ETH.
Erro 5: Fraudes evoluem e tornam-se mais sofisticadas
Desde a falsificação de airdrops, suporte falso, aplicações de carteiras falsas, até grupos de investimento armadilhados, as fraudes evoluem continuamente. Regra básica: nada cai do céu. Qualquer oportunidade de ganhar sem esforço, pedidos de partilha de chaves privadas ou autorização de contratos inteligentes desconhecidos, são quase certamente golpes.
Erro 6: Regulamentação e impostos futuros são variáveis
A regulamentação global de criptomoedas ainda está em desenvolvimento. Em Taiwan, atualmente, não há tributação generalizada, mas as autoridades já estudam um quadro regulatório. Nos EUA, já entram na declaração de impostos. Antes de participar no mercado, guarda bem todos os registos de transações, para estar preparado para possíveis requisitos de conformidade.
Erro 7: Negociar é uma batalha psicológica, não técnica
Durante períodos de euforia, é comum comprar no pico; em quedas, vender por medo — isto é a natureza humana. Muitos investidores perdem dinheiro não por falta de conhecimento técnico, mas por não controlarem as emoções, tomando decisões irracionais no momento errado. No bear market de 2022, muitos compraram a 60 mil dólares e venderam a 16 mil, arrependendo-se quando o preço voltou a 100 mil.
Disciplina e paciência muitas vezes valem mais do que perseguir as oscilações de curto prazo.
Quais moedas deve um iniciante escolher? Comece pelo entendimento dos setores
Segundo dados de mercado, há atualmente cerca de 9.000 tokens em circulação globalmente, mas após a eliminação de projetos fracos, restam os mais sólidos.
Estas moedas podem ser divididas em 11 setores com base na “ecologia de negócios”. Primeiro, identifique o setor e depois escolha os líderes, essa é a estratégia mais segura para iniciantes.
11 setores principais e projetos representativos
Setor
Função
Moedas representativas
Layer-1 Blockchain Básico
Infraestrutura de blockchain
BTC, ETH, DOT, ATOM, AVAX, BNB, ADA, etc.
Layer-2 Soluções de escalabilidade
Aumentar velocidade de transações
OP, MATIC, Arbitrum, ZKS
DeFi Finanças descentralizadas
Empréstimos, trocas, derivativos
UNI, AAVE, CURVE, MKR, COMP
Web3 Redes distribuídas
Propriedade de dados
FIL, DOT, ICP
NFT Arte digital
Propriedade de ativos digitais
APE, MANA, SAND, AXS
DAO Organizações autónomas
Governança comunitária
UNI, MKR, APE
Halving
Redução de oferta
BTC, LTC, BCH
Privacidade
Anonimato nas transações
XMR, ZEC, DASH
Tokens de plataforma
Ecossistema de exchanges
BNB, OKB, LEO
Stablecoins
Valor atrelado ao dólar
USDT, USDC, DAI
Visão geral das 10 principais moedas por capitalização
Dica rápida na escolha: priorize moedas com maior valor de mercado. Em comparação com tokens de baixa capitalização, moedas de grande valor apresentam:
Menor risco de zero após ciclos de baixa
Maior resistência a manipulações
Base de consenso sólida, melhor resistência à queda
Geralmente lideram o setor, com maior potencial de valorização
Segundo dados recentes (6 de janeiro de 2026):
Posição
Moeda
Preço atual
Capitalização (B$)
Setor
Avaliação de iniciante
1
BTC Bitcoin
$93.73K
$1872.02
Layer-1/Halving
Essencial, ouro digital
2
ETH Ethereum
-
-
Layer-1/DeFi
Rei dos contratos inteligentes, ecossistema mais rico
Nota importante: Stablecoins como USDT, USDC, DAI têm volatilidade mínima, usadas principalmente para evitar riscos de alta volatilidade, não sendo recomendadas como ativos de valorização.
Últimas palavras: quatro frases para resumir o investimento em criptomoedas
Criptomoeda não é um esquema de fraude: já provou ter valor real (função de pagamento, financiamento, ouro digital). Até países estudam blockchain.
Mas 99% das moedas vão a zero: apenas algumas têm valor real. BTC e ETH representam cerca de 70-80% do mercado.
Ganhar dinheiro ou não, não depende da técnica: está 100% relacionado a “conseguir controlar a mão, resistir à ganância”.
Disciplina vale mais que conhecimento: controlar emoções, manter posições de longo prazo, evitar comprar no pico e vender no fundo — essas são as verdadeiras barreiras do investimento.
O mercado de criptomoedas ainda está em evolução, acompanhar as tendências e continuar aprendendo é a postura correta para iniciantes.
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Antes de entrar no mundo das criptomoedas: mapa de conhecimento de 0 a 1 e as 7 principais armadilhas ocultas
O que é criptomoeda? Primeiro, compreenda este novo mundo
Se estás a começar a explorar criptomoedas, a forma mais simples de entender é: imagina-la como um sistema financeiro paralelo totalmente novo, construído a partir de código.
Neste sistema, ocorreram três mudanças fundamentais:
Aqui é importante distinguir dois conceitos frequentemente confundidos. Criptomoeda (como Bitcoin, Ethereum) é um ativo digital emitido por empresas ou comunidades, com características de descentralização. Já a moeda digital (como o RMB digital chinês, DCJPY do Japão) é uma versão eletrónica de moeda fiduciária emitida pelo banco central, ainda sob gestão centralizada.
As criptomoedas têm realmente valor? Três momentos históricos que te dizem
A melhor resposta a esta questão não está na teoria, mas na história de mais de uma década de desenvolvimento. Como é que o valor das criptomoedas começou a “crescer” do zero?
Primeiro marco: do código ao dinheiro — prova de valor de pagamento
22 de maio de 2010, o programador Laszlo Hanyecz trocou 10.000 bitcoins por duas pizzas, que na altura valiam cerca de 25 dólares. Este evento parece insignificante, mas foi extremamente importante: foi a primeira vez que um código digital foi avaliado no mundo real.
Isto provou que os registos na blockchain podiam executar transações reais, e o Bitcoin deixou de ser apenas código — passou a ter a função básica de “moeda”. Embora hoje ninguém use bitcoins de valor milionário para comprar pizza, este ponto de partida estabeleceu a viabilidade técnica de usar a criptomoeda como ferramenta de pagamento ponto-a-ponto.
Segundo marco: revolução dos contratos inteligentes — libertação de valor de financiamento
Avançando para 2017. Com a introdução do Ethereum e dos contratos inteligentes, nasceu a “Oferta Inicial de Moedas” (ICO). Equipas de startups apenas precisaram de publicar um whitepaper para captar fundos de investidores globais, muito mais eficiente do que o financiamento tradicional.
O projeto EOS, em um ano, arrecadou cerca de 4 mil milhões de dólares através de ICOs. Este período mostrou o segundo valor das criptomoedas: tornaram-se uma ferramenta de financiamento global e sem intermediários. Qualquer pessoa com internet podia participar em investimentos iniciais, com custos quase nulos. Apesar de depois surgirem fraudes e bolhas, isto demonstrou o potencial da blockchain em remodelar o ecossistema de financiamento.
Terceiro marco: reconhecimento de ativos — estabelecimento de valor de reserva
Hoje, a perceção já amadureceu. Após várias fases de ciclos de alta e baixa, o consenso principal tornou-se claro:
Bitcoin como “ouro digital”: empresas cotadas como MicroStrategy, Tesla, e até alguns países soberanos, já o incluem nos seus balanços. A sua escassez e facilidade de transferência internacional fazem dele uma reserva de valor contra a inflação, sem soberania própria. Segundo dados recentes, o BTC está a $93.73K, com uma capitalização de mercado de $1872.02B.
Ethereum como “plataforma de aplicações”: nele operam finanças descentralizadas, arte digital, organizações automáticas, formando uma vasta ecologia económica. É mais do que moeda, é a camada de liquidação e inovação.
Conclusão: o valor das criptomoedas é real, mas isso não significa que todas as tokens tenham valor. Existem mais de dez mil tokens no mercado, a maioria sem necessidade prática ou modelo económico, que acabam por ir a zero. Apenas algumas resistem ao teste do tempo e criam efeitos de rede.
A dualidade das criptomoedas: vantagens e desvantagens rápidas
As criptomoedas têm várias características, mas os “prós e contras” variam consoante a pessoa. A privacidade é uma vantagem para utilizadores comuns, mas uma desvantagem para reguladores. Aqui estão algumas características com menor controvérsia:
Os 7 erros mais comuns de investidores iniciantes
Erro 1: Perder a chave privada é perder para sempre
As senhas de bancos podem ser canceladas, mas se perderes a tua chave privada ou frase de recuperação, ninguém pode ajudar-te a recuperá-la. Aproximadamente 20% do Bitcoin mundial (cerca de 4 milhões de BTC) está eternamente bloqueado na blockchain, porque os donos esqueceram as chaves — estes ativos valem mais de 10 biliões de TWD atualmente.
Primeira regra: escreve a frase de recuperação num papel, guarda-a fisicamente. Não a guardes no telemóvel, na nuvem ou em notas de apps.
Erro 2: Risco das exchanges facilmente ignorado
Quando a FTX quebrou em 2022, centenas de milhares de pessoas perderam tudo de uma noite para a outra. Ainda em 2024, algumas exchanges menores fecharam após ataques de hackers. Lembra-te de um princípio: guardar o dinheiro na exchange = o dinheiro não é teu, é uma dívida que a exchange te deve.
Para tokens que manténs a longo prazo, compra e transfere imediatamente para a tua carteira. A exchange é apenas o local de compra, não um banco de depósito.
Erro 3: A volatilidade é maior do que imaginas
Oscilações diárias de 20%-30% em criptomoedas são comuns. Em maio de 2021, houve uma queda mensal de 50%; em março de 2025, uma queda instantânea de 28% por uma notícia. Antes de investir, pergunta-te: a minha resistência emocional e fundos suportam uma redução rápida de valor?
Erro 4: 99,9% das novas tokens acabam a zero
Todos os anos, surgem mais de um milhão de novas tokens. Em 2024, 95% das novas tokens têm preço inferior a 0,0001 dólares. A menos que sejas um investigador experiente, basta-te focar em BTC e ETH.
Erro 5: Fraudes evoluem e tornam-se mais sofisticadas
Desde a falsificação de airdrops, suporte falso, aplicações de carteiras falsas, até grupos de investimento armadilhados, as fraudes evoluem continuamente. Regra básica: nada cai do céu. Qualquer oportunidade de ganhar sem esforço, pedidos de partilha de chaves privadas ou autorização de contratos inteligentes desconhecidos, são quase certamente golpes.
Erro 6: Regulamentação e impostos futuros são variáveis
A regulamentação global de criptomoedas ainda está em desenvolvimento. Em Taiwan, atualmente, não há tributação generalizada, mas as autoridades já estudam um quadro regulatório. Nos EUA, já entram na declaração de impostos. Antes de participar no mercado, guarda bem todos os registos de transações, para estar preparado para possíveis requisitos de conformidade.
Erro 7: Negociar é uma batalha psicológica, não técnica
Durante períodos de euforia, é comum comprar no pico; em quedas, vender por medo — isto é a natureza humana. Muitos investidores perdem dinheiro não por falta de conhecimento técnico, mas por não controlarem as emoções, tomando decisões irracionais no momento errado. No bear market de 2022, muitos compraram a 60 mil dólares e venderam a 16 mil, arrependendo-se quando o preço voltou a 100 mil.
Disciplina e paciência muitas vezes valem mais do que perseguir as oscilações de curto prazo.
Quais moedas deve um iniciante escolher? Comece pelo entendimento dos setores
Segundo dados de mercado, há atualmente cerca de 9.000 tokens em circulação globalmente, mas após a eliminação de projetos fracos, restam os mais sólidos.
Estas moedas podem ser divididas em 11 setores com base na “ecologia de negócios”. Primeiro, identifique o setor e depois escolha os líderes, essa é a estratégia mais segura para iniciantes.
11 setores principais e projetos representativos
Visão geral das 10 principais moedas por capitalização
Dica rápida na escolha: priorize moedas com maior valor de mercado. Em comparação com tokens de baixa capitalização, moedas de grande valor apresentam:
Segundo dados recentes (6 de janeiro de 2026):
Nota importante: Stablecoins como USDT, USDC, DAI têm volatilidade mínima, usadas principalmente para evitar riscos de alta volatilidade, não sendo recomendadas como ativos de valorização.
Últimas palavras: quatro frases para resumir o investimento em criptomoedas
Criptomoeda não é um esquema de fraude: já provou ter valor real (função de pagamento, financiamento, ouro digital). Até países estudam blockchain.
Mas 99% das moedas vão a zero: apenas algumas têm valor real. BTC e ETH representam cerca de 70-80% do mercado.
Ganhar dinheiro ou não, não depende da técnica: está 100% relacionado a “conseguir controlar a mão, resistir à ganância”.
Disciplina vale mais que conhecimento: controlar emoções, manter posições de longo prazo, evitar comprar no pico e vender no fundo — essas são as verdadeiras barreiras do investimento.
O mercado de criptomoedas ainda está em evolução, acompanhar as tendências e continuar aprendendo é a postura correta para iniciantes.