O preço internacional do ouro continua a subir, tendo ultrapassado em outubro de 2025 o recorde histórico de 4.300 dólares por onça. Para muitos jovens investidores, esta tendência despertou interesse em investir em ouro. No entanto, numa conjuntura económica global incerta e com inflação elevada, o ouro é realmente uma boa compra? Como investir? Este artigo irá analisar tudo de forma completa.
Por que hoje investir em ouro se tornou uma tendência?
Ativo tangível de preservação de valor e combate à inflação
Nos últimos anos, os bancos centrais de vários países emitiram grandes quantidades de moeda para estimular a economia, levando a uma contínua subida dos preços. No início de 2020, o preço do ouro era cerca de 1.500 dólares, atingindo em novembro de 2025 um pico de 4.000 dólares, com uma valorização superior a 104%. Isto não é uma coincidência — quando o poder de compra do dinheiro diminui, os ativos físicos tornam-se refúgios seguros para os investidores.
Em vez de deixar o dinheiro em caixa a desvalorizar, é mais sensato alocar parte do património em ouro, que possui forte capacidade de preservação de valor. É por isso que investir em ouro é especialmente eficaz contra a inflação.
Diversificação de risco na carteira de investimentos
Concentrar todo o capital em ações ou criptomoedas é demasiado arriscado. A história mostra que, em momentos de queda acentuada do mercado acionista ou de tensão geopolítica, o ouro tende a subir em contra-corrente. Por exemplo, após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia em 2022, o ouro valorizou-se significativamente a curto prazo; recentemente, com a incerteza nas políticas tarifárias dos EUA, o ouro atingiu novos máximos.
Recomenda-se alocar entre 5% a 15% do património em ouro, para fazer hedge de riscos sem prejudicar o retorno global.
Métodos de negociação mais flexíveis e diversificados
Já não se limita à compra de barras de ouro. Hoje, os investidores podem participar através de contas de ouro, ETFs, futuros, CFDs, entre outros, sendo especialmente indicado para pequenos investidores. Em 2024, o volume diário de negócios em ouro atingiu cerca de 227 mil milhões de dólares, ficando apenas atrás do S&P 500, com alta liquidez de mercado.
Investir em ouro realmente preserva valor? Como é a realidade?
Em teoria, o ouro, como ativo físico e metal precioso reconhecido globalmente, não se desvaloriza como o papel moeda devido a mudanças políticas. Contudo, na prática, a capacidade de preservação de valor do ouro não é linear, e no curto prazo não há garantias de retorno.
O investidor Warren Buffett criticou o investimento em ouro, argumentando que o ouro não gera fluxo de caixa e o seu valor depende unicamente da oferta e procura. Este ponto de vista merece reflexão — o ouro realmente não oferece dividendos como as ações.
A longo prazo, os últimos 50 anos mostraram duas fases de forte mercado de alta do ouro, enquanto noutras alturas esteve relativamente estável. Apesar de o mercado acionista ter sofrido várias quedas, o ouro manteve-se relativamente estável. Isto demonstra que o valor principal do investimento em ouro reside na sua função defensiva, não de ataque.
Para os iniciantes, não se deixem assustar pelas oscilações de curto prazo. Compreender as características do ouro e escolher a estratégia certa são essenciais para o sucesso na negociação.
Quais são os canais de investimento em ouro?
1. Ouro físico: o método mais tradicional, mas menos conveniente
Compra direta de barras, moedas de ouro, etc., em bancos ou ourivesarias. É a forma mais antiga e que proporciona maior satisfação psicológica. Contudo, apresenta desvantagens evidentes:
Custos elevados de armazenamento e riscos
Limitações na venda (os bancos só compram barras e moedas)
Baixa liquidez, dificuldade em converter rapidamente em dinheiro
Barreiras de entrada elevadas para pequenos investidores
Recomendado apenas comprar barras ou moedas de ouro, e ter cuidado ao adquirir joias de ouro. Antes da compra, confirme a pureza de 99,99%, verifique o certificado e a reputação do vendedor.
2. Conta de ouro: baixo limiar de entrada, custos mais elevados
Também conhecida como ouro em papel, substitui o ouro físico por registos em papel, cujo preço acompanha o do mercado à vista. Pode-se comprar e vender em bancos, sem preocupações com armazenamento.
A vantagem é o baixo valor de entrada (a partir de 1 grama), sendo acessível. As desvantagens incluem custos de transação relativamente altos, ausência de rendimento de juros e inadequação para negociações de curto prazo.
3. ETF de ouro: a melhor opção para pequenos investidores
Fundos negociados em bolsa (ETFs) listados em bolsas de valores, permitindo aos investidores comprar e vender como se fossem ações. Nos EUA, o maior ETF de ouro é o SPDR Gold ETF (GLD.US); em Taiwan, há o ETF Yuanta S&P Gold Bull 1X (00674R.TW).
Investir em ETFs de ouro tem limiar de entrada baixo, custos reduzidos e operação simples, sendo uma ferramenta amigável para iniciantes. Contudo, atenção às restrições de horário de negociação (apenas durante o mercado).
4. Ações de empresas mineiras de ouro: potencial de retorno elevado, mas com maior volatilidade
Investimento direto em empresas de exploração de ouro, como a Barrick Gold (ABX.US) ou a Newmont Mining (NEM.US). Essas ações estão relacionadas ao preço do ouro, mas não de forma totalmente correlacionada, sendo influenciadas por fatores internos da empresa, estrutura acionária, entre outros. Assim, não são recomendadas para quem busca apenas investir em ouro.
5. Futuros de ouro: alta alavancagem, regras complexas
Contratos de futuros de ouro negociados em bolsas nos EUA, onde o trader deve liquidar ou rolar a posição antes do vencimento. Existem opções de mini-futuros, mas o valor mínimo ainda é de várias centenas de dólares, e as regras são complexas, sendo não recomendados para iniciantes.
Vantagens incluem alavancagem, negociação T+0 durante todo o dia, operação bidirecional; desvantagens envolvem necessidade de entrega ou rolagem, risco elevado de alavancagem e necessidade de experiência.
6. CFD de ouro: ferramenta flexível para negociações de curto prazo
Contratos por diferença (CFD) que acompanham o preço do ouro à vista, com o símbolo XAUUSD. Em comparação com os futuros, os CFDs têm regras mais simples, limiar de entrada mais baixo, permitem negociações de pequenas quantidades (0,01 lote), operação T+0 bidirecional, geralmente sem data de vencimento, evitando a necessidade de rolar posições.
Para investidores com experiência em ações, os CFDs de ouro são relativamente fáceis de usar. Contudo, é fundamental usar alavancagem com cautela, sempre com ordens de limite de lucro e de paragem de perdas.
Futuros de ouro vs. CFDs de ouro: qual escolher?
Item
Futuros de ouro
CFDs de ouro
Data de vencimento
Sim (mensal/trimestral)
Geralmente não
Local de negociação
Bolsa(CBOT/CME/NYMEX)
Plataformas Forex
Propriedade física
Não
Não
Negociação bidirecional
Sim
Sim
Alavancagem
Regulamentada pela bolsa
Definida pelo corretor, mais flexível
Tipos de contrato
Poucos
Diversos
Especificação do contrato
1 contrato padrão = 100 onças
1 lote = 100 onças, suportando 0,01 lote
Processo de abertura
Mais complexo
Rápido e simples
Como começar a investir em ouro?
Escolher um corretor confiável
Ao selecionar uma plataforma, avalie três aspetos principais: custos de transação (comissões/spreads), transparência das regras de negociação, segurança da plataforma. Certifique-se de que o corretor possui licença regulamentada e oferece condições competitivas.
Abrir conta e praticar com conta demo
Antes de depositar fundos reais, pratique com uma conta demo. A maioria dos corretores oferece contas de demonstração gratuitas (normalmente com mais de 50.000 unidades), permitindo experimentar negociações de ouro em tempo real, familiarizar-se com a interface de ordens e testar estratégias. Recomenda-se começar com pequenos montantes e baixa alavancagem, acumulando experiência progressivamente.
Analisar o mercado antes de fazer uma ordem
O preço do ouro é influenciado por múltiplos fatores, incluindo inflação, política dos bancos centrais, sentimento do mercado, tendências económicas. Os traders podem usar indicadores técnicos (como a relação ouro-prata, ouro-petróleo), análise de dados macroeconómicos para prever movimentos de preço. Ao fazer uma ordem, escolha entre ordens de mercado ou ordens limitadas, ajustando a alavancagem conforme o seu perfil de risco.
Aviso importante: a alavancagem aumenta tanto os lucros quanto as perdas. Os iniciantes devem usar com cautela, definindo pontos de limite de lucro e de paragem de perdas.
Dicas de longo prazo para investir em ouro
Ficar a acompanhar diariamente as oscilações do preço do ouro pode levar a emoções de apego ou de medo. A tendência de longo prazo do ouro tem um padrão — historicamente, ocorre uma fase de mercado de alta aproximadamente a cada 10 anos, intercalada por períodos de correção.
Este ciclo está relacionado com a situação económica, a força do dólar, as taxas de juro e o sentimento de refúgio. Quando o mercado acionista oscila, a inflação sobe ou há incerteza económica, o ouro tende a ser procurado; o oposto também é verdadeiro.
Num horizonte mais amplo, as mudanças na estrutura económica global (como o crescimento rápido de mercados emergentes ou o aumento da procura por recursos) podem gerar “superciclos”, levando a uma série de anos de mercado de alta contínuo do ouro.
Para os novos investidores, a recomendação é: não é necessário monitorizar o preço do ouro todos os dias. Basta observar três indicadores principais — o dólar, as taxas de juro e o sentimento de refúgio — para ter uma ideia de se o ouro está a entrar numa nova fase de subida.
Investidores de pequeno capital podem participar através de contas de ouro, ETFs ou plataformas online, começando com contas demo para reduzir riscos. Para os traders de curto prazo, ao usar CFDs de ouro, é importante gerir o risco ao usar alavancagem, evitando seguir cegamente as tendências e sofrer perdas.
O investimento em ouro não visa enriquecer rapidamente, mas sim uma gestão prudente, de preservação de valor a longo prazo.
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Guia de Iniciação para Novatos em Investimento em Ouro em 2025: Comece do Zero e Domine a Negociação de Ouro
O preço internacional do ouro continua a subir, tendo ultrapassado em outubro de 2025 o recorde histórico de 4.300 dólares por onça. Para muitos jovens investidores, esta tendência despertou interesse em investir em ouro. No entanto, numa conjuntura económica global incerta e com inflação elevada, o ouro é realmente uma boa compra? Como investir? Este artigo irá analisar tudo de forma completa.
Por que hoje investir em ouro se tornou uma tendência?
Ativo tangível de preservação de valor e combate à inflação
Nos últimos anos, os bancos centrais de vários países emitiram grandes quantidades de moeda para estimular a economia, levando a uma contínua subida dos preços. No início de 2020, o preço do ouro era cerca de 1.500 dólares, atingindo em novembro de 2025 um pico de 4.000 dólares, com uma valorização superior a 104%. Isto não é uma coincidência — quando o poder de compra do dinheiro diminui, os ativos físicos tornam-se refúgios seguros para os investidores.
Em vez de deixar o dinheiro em caixa a desvalorizar, é mais sensato alocar parte do património em ouro, que possui forte capacidade de preservação de valor. É por isso que investir em ouro é especialmente eficaz contra a inflação.
Diversificação de risco na carteira de investimentos
Concentrar todo o capital em ações ou criptomoedas é demasiado arriscado. A história mostra que, em momentos de queda acentuada do mercado acionista ou de tensão geopolítica, o ouro tende a subir em contra-corrente. Por exemplo, após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia em 2022, o ouro valorizou-se significativamente a curto prazo; recentemente, com a incerteza nas políticas tarifárias dos EUA, o ouro atingiu novos máximos.
Recomenda-se alocar entre 5% a 15% do património em ouro, para fazer hedge de riscos sem prejudicar o retorno global.
Métodos de negociação mais flexíveis e diversificados
Já não se limita à compra de barras de ouro. Hoje, os investidores podem participar através de contas de ouro, ETFs, futuros, CFDs, entre outros, sendo especialmente indicado para pequenos investidores. Em 2024, o volume diário de negócios em ouro atingiu cerca de 227 mil milhões de dólares, ficando apenas atrás do S&P 500, com alta liquidez de mercado.
Investir em ouro realmente preserva valor? Como é a realidade?
Em teoria, o ouro, como ativo físico e metal precioso reconhecido globalmente, não se desvaloriza como o papel moeda devido a mudanças políticas. Contudo, na prática, a capacidade de preservação de valor do ouro não é linear, e no curto prazo não há garantias de retorno.
O investidor Warren Buffett criticou o investimento em ouro, argumentando que o ouro não gera fluxo de caixa e o seu valor depende unicamente da oferta e procura. Este ponto de vista merece reflexão — o ouro realmente não oferece dividendos como as ações.
A longo prazo, os últimos 50 anos mostraram duas fases de forte mercado de alta do ouro, enquanto noutras alturas esteve relativamente estável. Apesar de o mercado acionista ter sofrido várias quedas, o ouro manteve-se relativamente estável. Isto demonstra que o valor principal do investimento em ouro reside na sua função defensiva, não de ataque.
Para os iniciantes, não se deixem assustar pelas oscilações de curto prazo. Compreender as características do ouro e escolher a estratégia certa são essenciais para o sucesso na negociação.
Quais são os canais de investimento em ouro?
1. Ouro físico: o método mais tradicional, mas menos conveniente
Compra direta de barras, moedas de ouro, etc., em bancos ou ourivesarias. É a forma mais antiga e que proporciona maior satisfação psicológica. Contudo, apresenta desvantagens evidentes:
Recomendado apenas comprar barras ou moedas de ouro, e ter cuidado ao adquirir joias de ouro. Antes da compra, confirme a pureza de 99,99%, verifique o certificado e a reputação do vendedor.
2. Conta de ouro: baixo limiar de entrada, custos mais elevados
Também conhecida como ouro em papel, substitui o ouro físico por registos em papel, cujo preço acompanha o do mercado à vista. Pode-se comprar e vender em bancos, sem preocupações com armazenamento.
A vantagem é o baixo valor de entrada (a partir de 1 grama), sendo acessível. As desvantagens incluem custos de transação relativamente altos, ausência de rendimento de juros e inadequação para negociações de curto prazo.
3. ETF de ouro: a melhor opção para pequenos investidores
Fundos negociados em bolsa (ETFs) listados em bolsas de valores, permitindo aos investidores comprar e vender como se fossem ações. Nos EUA, o maior ETF de ouro é o SPDR Gold ETF (GLD.US); em Taiwan, há o ETF Yuanta S&P Gold Bull 1X (00674R.TW).
Investir em ETFs de ouro tem limiar de entrada baixo, custos reduzidos e operação simples, sendo uma ferramenta amigável para iniciantes. Contudo, atenção às restrições de horário de negociação (apenas durante o mercado).
4. Ações de empresas mineiras de ouro: potencial de retorno elevado, mas com maior volatilidade
Investimento direto em empresas de exploração de ouro, como a Barrick Gold (ABX.US) ou a Newmont Mining (NEM.US). Essas ações estão relacionadas ao preço do ouro, mas não de forma totalmente correlacionada, sendo influenciadas por fatores internos da empresa, estrutura acionária, entre outros. Assim, não são recomendadas para quem busca apenas investir em ouro.
5. Futuros de ouro: alta alavancagem, regras complexas
Contratos de futuros de ouro negociados em bolsas nos EUA, onde o trader deve liquidar ou rolar a posição antes do vencimento. Existem opções de mini-futuros, mas o valor mínimo ainda é de várias centenas de dólares, e as regras são complexas, sendo não recomendados para iniciantes.
Vantagens incluem alavancagem, negociação T+0 durante todo o dia, operação bidirecional; desvantagens envolvem necessidade de entrega ou rolagem, risco elevado de alavancagem e necessidade de experiência.
6. CFD de ouro: ferramenta flexível para negociações de curto prazo
Contratos por diferença (CFD) que acompanham o preço do ouro à vista, com o símbolo XAUUSD. Em comparação com os futuros, os CFDs têm regras mais simples, limiar de entrada mais baixo, permitem negociações de pequenas quantidades (0,01 lote), operação T+0 bidirecional, geralmente sem data de vencimento, evitando a necessidade de rolar posições.
Para investidores com experiência em ações, os CFDs de ouro são relativamente fáceis de usar. Contudo, é fundamental usar alavancagem com cautela, sempre com ordens de limite de lucro e de paragem de perdas.
Futuros de ouro vs. CFDs de ouro: qual escolher?
Como começar a investir em ouro?
Escolher um corretor confiável
Ao selecionar uma plataforma, avalie três aspetos principais: custos de transação (comissões/spreads), transparência das regras de negociação, segurança da plataforma. Certifique-se de que o corretor possui licença regulamentada e oferece condições competitivas.
Abrir conta e praticar com conta demo
Antes de depositar fundos reais, pratique com uma conta demo. A maioria dos corretores oferece contas de demonstração gratuitas (normalmente com mais de 50.000 unidades), permitindo experimentar negociações de ouro em tempo real, familiarizar-se com a interface de ordens e testar estratégias. Recomenda-se começar com pequenos montantes e baixa alavancagem, acumulando experiência progressivamente.
Analisar o mercado antes de fazer uma ordem
O preço do ouro é influenciado por múltiplos fatores, incluindo inflação, política dos bancos centrais, sentimento do mercado, tendências económicas. Os traders podem usar indicadores técnicos (como a relação ouro-prata, ouro-petróleo), análise de dados macroeconómicos para prever movimentos de preço. Ao fazer uma ordem, escolha entre ordens de mercado ou ordens limitadas, ajustando a alavancagem conforme o seu perfil de risco.
Aviso importante: a alavancagem aumenta tanto os lucros quanto as perdas. Os iniciantes devem usar com cautela, definindo pontos de limite de lucro e de paragem de perdas.
Dicas de longo prazo para investir em ouro
Ficar a acompanhar diariamente as oscilações do preço do ouro pode levar a emoções de apego ou de medo. A tendência de longo prazo do ouro tem um padrão — historicamente, ocorre uma fase de mercado de alta aproximadamente a cada 10 anos, intercalada por períodos de correção.
Este ciclo está relacionado com a situação económica, a força do dólar, as taxas de juro e o sentimento de refúgio. Quando o mercado acionista oscila, a inflação sobe ou há incerteza económica, o ouro tende a ser procurado; o oposto também é verdadeiro.
Num horizonte mais amplo, as mudanças na estrutura económica global (como o crescimento rápido de mercados emergentes ou o aumento da procura por recursos) podem gerar “superciclos”, levando a uma série de anos de mercado de alta contínuo do ouro.
Para os novos investidores, a recomendação é: não é necessário monitorizar o preço do ouro todos os dias. Basta observar três indicadores principais — o dólar, as taxas de juro e o sentimento de refúgio — para ter uma ideia de se o ouro está a entrar numa nova fase de subida.
Investidores de pequeno capital podem participar através de contas de ouro, ETFs ou plataformas online, começando com contas demo para reduzir riscos. Para os traders de curto prazo, ao usar CFDs de ouro, é importante gerir o risco ao usar alavancagem, evitando seguir cegamente as tendências e sofrer perdas.
O investimento em ouro não visa enriquecer rapidamente, mas sim uma gestão prudente, de preservação de valor a longo prazo.