A narrativa em torno dos potenciais cortes de juros em 2026 precisa ser reformulada. Segundo relatos do Odaily, o Economista-Chefe da Moody’s contestou a ideia de que múltiplos cortes de taxa sinalizariam vigor económico. Em vez disso, o consenso emergente aponta para algo mais preocupante: a economia dos EUA encontra-se numa condição precária e frágil que exige ajustes políticos graduais.
Os dados contam esta história de forma clara. O Bureau of Labor Statistics dos EUA reportou apenas 64.000 empregos criados em novembro de 2025 — um número que ilustra de forma contundente a fraqueza do mercado de trabalho. Ainda mais alarmante, o crescimento do emprego praticamente estagnou desde abril, com o BLS a descrever este período como de “pouca mudança líquida” na contratação. Esta trajetória quase plana contradiz qualquer narrativa otimista sobre o emprego.
O que isto significa para a política monetária? A análise da Moody’s sugere que a Federal Reserve enfrenta um equilíbrio frágil. Em vez de executar uma campanha agressiva de cortes de taxa, espere uma abordagem medida e cautelosa ao longo de 2026. A lógica é simples: cortes de taxa não são celebrações de força económica; são medidas de emergência respondendo à deterioração do mercado de trabalho e aos ventos contrários à economia.
Para os investidores que acompanham tendências macro, a conclusão é crítica. Uma economia que exige uma política de alívio defensivo enquanto o emprego estagna, não é o ambiente para suposições otimistas. O equilíbrio frágil descrito pela Moody’s sugere volatilidade à frente — e isso antes de considerar outras pressões sobre o crescimento e a inflação.
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Quando cortes de taxa sinalizam fraqueza, não força: por que os economistas veem fragilidade económica à frente
A narrativa em torno dos potenciais cortes de juros em 2026 precisa ser reformulada. Segundo relatos do Odaily, o Economista-Chefe da Moody’s contestou a ideia de que múltiplos cortes de taxa sinalizariam vigor económico. Em vez disso, o consenso emergente aponta para algo mais preocupante: a economia dos EUA encontra-se numa condição precária e frágil que exige ajustes políticos graduais.
Os dados contam esta história de forma clara. O Bureau of Labor Statistics dos EUA reportou apenas 64.000 empregos criados em novembro de 2025 — um número que ilustra de forma contundente a fraqueza do mercado de trabalho. Ainda mais alarmante, o crescimento do emprego praticamente estagnou desde abril, com o BLS a descrever este período como de “pouca mudança líquida” na contratação. Esta trajetória quase plana contradiz qualquer narrativa otimista sobre o emprego.
O que isto significa para a política monetária? A análise da Moody’s sugere que a Federal Reserve enfrenta um equilíbrio frágil. Em vez de executar uma campanha agressiva de cortes de taxa, espere uma abordagem medida e cautelosa ao longo de 2026. A lógica é simples: cortes de taxa não são celebrações de força económica; são medidas de emergência respondendo à deterioração do mercado de trabalho e aos ventos contrários à economia.
Para os investidores que acompanham tendências macro, a conclusão é crítica. Uma economia que exige uma política de alívio defensivo enquanto o emprego estagna, não é o ambiente para suposições otimistas. O equilíbrio frágil descrito pela Moody’s sugere volatilidade à frente — e isso antes de considerar outras pressões sobre o crescimento e a inflação.