O novo documento recentemente divulgado pelo Federal Reserve mudou tudo — os bancos agora podem entrar legalmente no setor de ativos criptográficos. Gigantes financeiros como JPMorgan, Citibank e Bank of America já estão agindo, planejando custodiar Bitcoin e emitir suas próprias stablecoins.
Parece ótimo, mas os problemas surgem em seguida. Quando o sistema financeiro tradicional assume o controle de tudo, quanto da liberdade do mundo cripto ainda resta?
As stablecoins bancárias sob o pretexto de "conformidade" escondem relatórios financeiros de caixa preta; promovem "segurança e confiabilidade", mas podem congelar sua conta a qualquer momento de acordo com as regulamentações; afirmam "estabilidade garantida", na prática, tudo depende dessas promessas que podem mudar a qualquer momento. Essa é a essência da centralização — a confiança está sempre depositada na boa vontade das instituições.
A verdadeira estabilidade deve ser baseada em matemática e transparência. Em comparação, algumas stablecoins descentralizadas fazem o que os bancos não conseguem: US$ 620 milhões em ativos colaterais totalmente on-chain, acessíveis a qualquer pessoa a qualquer momento; certificadas por auditorias de alto nível, com dados operacionais disponíveis 24 horas por dia; usando uma arquitetura descentralizada, sem nenhuma instituição centralizada que possa congelar seus ativos; com uma âncora 1:1 por meio de mecanismos de sobrecolateralização e algoritmos, cuja estabilidade é garantida por código, não por promessas.
A regra de sobrevivência atual é clara: fundos ociosos de curto prazo podem considerar a conveniência das stablecoins bancárias, mas os ativos principais devem estar em stablecoins descentralizadas, transparentes e verificáveis; e, mais importante, nunca permita que qualquer instituição custodie suas chaves privadas.
Essa mudança, como uma maré, vai inundar muitas bolhas e falsas promessas de segurança. Mas aqueles protocolos verdadeiramente transparentes, verificáveis e imutáveis, irão se destacar como rochedos na maré — duros, confiáveis e eternos.
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MetaMaskVictim
· 2025-12-21 17:23
Moeda estável do banco? Hehe, é apenas uma moeda digital do Banco Central disfarçada
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A tática de congelar a conta é realmente incrível, ainda bem que eu já não mexo com essas coisas
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Código é a verdadeira lei, o resto é conversa fiada
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620 milhões em cadeia para consulta, isso sim é transparência, relatórios bancários não valem nada
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Chave privada sob gestão própria, prefiro perdê-la do que entregá-la a qualquer um
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Lá vem eles tentar enganar as pessoas a apanhar uma faca a cair, a moeda estável descentralizada é realmente tão perfeita?
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TradFi realmente está cavando sua própria cova, ainda não conseguem ver isso?
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Se não transformarem os ativos principais em descentralização, não consigo dormir bem
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Se a regulação exige congelamento, é congelado, essa confiança vale o quê?
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A matemática não te trairá, promessas são sempre palavras vazias a longo prazo
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NftRegretMachine
· 2025-12-20 08:45
Banco stablecoin? Só ouvir já basta, a chave privada nunca deve ser terceirizada
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Chegou novamente, o velho truque de grandes instituições assumindo tudo
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Matemática > Promessas, essa é toda a verdade
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Quem ainda acredita na ideia de congelar contas? Acorda
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Transparência na blockchain vs relatórios financeiros em caixa preta, a escolha é bem simples
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Usar moeda bancária a curto prazo, condenado a morrer a longo prazo
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O código vai te trair? E as instituições?
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Quando a maré baixar, saberemos quem está nadando nu
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6,2 bilhões totalmente na blockchain, aí sim, podemos ficar tranquilos
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Não confiar na custódia da chave privada, essa realmente foi bem dita
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RektRecorder
· 2025-12-20 08:29
Os bancos jogam com stablecoins? Ah, é só uma centralização disfarçada com uma nova roupagem
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O JPMorgan quer mais uma vez enganar os investidores, é vinho velho em garrafa nova
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Chave privada não estar sob seu controle, por mais segura que seja, é uma besteira
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A transparência realmente só pode ser avaliada pelos dados na blockchain, tudo o mais é desconto
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Aguarde, mais uma rodada de regulamentação está chegando
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Stablecoins centralizadas não são diferentes de contas congeladas nos bancos, é só trocar de aplicativo
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Matemática é sempre mais confiável do que promessas, essa é a única coisa em que confio
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Chave privada não é sua, moeda não é sua, essa frase continua válida mesmo após dez anos
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Só quando a maré baixa é que se percebe quem está nadando nu, os disfarces dos bancos também não aguentam
O novo documento recentemente divulgado pelo Federal Reserve mudou tudo — os bancos agora podem entrar legalmente no setor de ativos criptográficos. Gigantes financeiros como JPMorgan, Citibank e Bank of America já estão agindo, planejando custodiar Bitcoin e emitir suas próprias stablecoins.
Parece ótimo, mas os problemas surgem em seguida. Quando o sistema financeiro tradicional assume o controle de tudo, quanto da liberdade do mundo cripto ainda resta?
As stablecoins bancárias sob o pretexto de "conformidade" escondem relatórios financeiros de caixa preta; promovem "segurança e confiabilidade", mas podem congelar sua conta a qualquer momento de acordo com as regulamentações; afirmam "estabilidade garantida", na prática, tudo depende dessas promessas que podem mudar a qualquer momento. Essa é a essência da centralização — a confiança está sempre depositada na boa vontade das instituições.
A verdadeira estabilidade deve ser baseada em matemática e transparência. Em comparação, algumas stablecoins descentralizadas fazem o que os bancos não conseguem: US$ 620 milhões em ativos colaterais totalmente on-chain, acessíveis a qualquer pessoa a qualquer momento; certificadas por auditorias de alto nível, com dados operacionais disponíveis 24 horas por dia; usando uma arquitetura descentralizada, sem nenhuma instituição centralizada que possa congelar seus ativos; com uma âncora 1:1 por meio de mecanismos de sobrecolateralização e algoritmos, cuja estabilidade é garantida por código, não por promessas.
A regra de sobrevivência atual é clara: fundos ociosos de curto prazo podem considerar a conveniência das stablecoins bancárias, mas os ativos principais devem estar em stablecoins descentralizadas, transparentes e verificáveis; e, mais importante, nunca permita que qualquer instituição custodie suas chaves privadas.
Essa mudança, como uma maré, vai inundar muitas bolhas e falsas promessas de segurança. Mas aqueles protocolos verdadeiramente transparentes, verificáveis e imutáveis, irão se destacar como rochedos na maré — duros, confiáveis e eternos.