"Não abandonem no meio do caminho!" Golfo Pérsico grita para os EUA: Sem eliminar o Irão, o Estreito de Ormuz nunca terá paz

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汇通财经APP讯——Países do Golfo estão a enfrentar uma situação estratégica complexa: embora não tenham pedido ativamente aos EUA que entrem em guerra com o Irão, perante os ataques de mísseis e drones do Irão a seis países do Golfo e o bloqueio do Estreito de Ormuz, estão agora a instar os EUA a “não desistir pela metade”, a garantir uma redução total da capacidade ofensiva do Irão, para evitar que enfrentem sozinhos a ameaça de Teerão a longo prazo.

Ao mesmo tempo, os EUA estão a pressionar os países do Golfo a participarem diretamente na guerra, para mostrar unidade regional. Os países do Golfo estabeleceram uma linha vermelha clara: se o Irão atacar instalações petrolíferas principais ou fábricas de dessalinização, a Arábia Saudita poderá ser forçada a retaliar. O núcleo do jogo é que os países do Golfo querem, com a ajuda dos EUA, eliminar permanentemente a capacidade do Irão de bloquear o Estreito de Ormuz, mas receiam envolver-se numa guerra total fora de controlo.

O risco energético aumenta, o preço do petróleo mantém-se com prémios de risco. Na terça-feira (17 de março), durante o horário asiático, o preço do petróleo bruto dos EUA oscilou em alta, atualmente a cerca de 97,45 dólares por barril, com um aumento diário de aproximadamente 4,2%.

Os países do Golfo não querem guerra, mas temem uma retirada prematura, e instam a uma redução total do poder do Irão

Três fontes do Golfo revelaram que os países árabes do Golfo não pediram ativamente aos EUA que entrem em guerra com o Irão, mas muitos estão a apelar a Washington para não desistir pela metade, de modo a impedir que o Irão mantenha capacidades ofensivas significativas, continuando a ameaçar as rotas de transporte de petróleo na região e as economias dependentes delas.

Se o Irão possuir mísseis, drones e redes de agentes, qualquer escalada de tensão futura poderá ser usada para ameaçar o Estreito de Ormuz e o fornecimento energético global.

Teerão ataca seis países do Golfo com mísseis e drones, perturbando o tráfego no Estreito de Ormuz

O Irão já atacou com mísseis e drones aeroportos, portos, instalações petrolíferas e centros comerciais de seis países do Golfo, perturbando gravemente o tráfego no Estreito de Ormuz. Estes ataques aumentaram as preocupações dos países do Golfo: a menos que o Irão seja severamente enfraquecido, continuará a fazer chantagem na região.

O presidente do Centro de Estudos do Golfo afirmou: “Se os EUA saírem antes de completar a missão, teremos que enfrentar o Irão sozinhos.”

Temendo uma ameaça iminente e ao mesmo tempo receando envolver-se numa guerra liderada por EUA e Israel

Simultaneamente, Washington está a pressionar os países do Golfo a participarem na guerra. Fontes diplomáticas revelaram que Trump deseja mostrar apoio militar regional para aumentar a legitimidade internacional e obter apoio interno nos EUA.

Porém, os países do Golfo enfrentam um dilema estratégico: precisam de lidar com a ameaça iminente de ataques do Irão, mas também de ponderar o risco de serem arrastados numa guerra maior liderada pelos EUA e Israel. Em geral, adotam uma estratégia de cautela: defender a soberania, estabelecer linhas vermelhas, mas evitar envolvimento total numa guerra que não iniciaram nem podem controlar.

Se o Irão ultrapassar a linha vermelha e atacar instalações petrolíferas ou fábricas de dessalinização, a Arábia Saudita poderá ser forçada a retaliar

Os países do Golfo já estabeleceram uma linha vermelha clara: se o Irão cruzar essa linha e atacar diretamente instalações petrolíferas principais ou fábricas de dessalinização, a Arábia Saudita poderá ser forçada a retaliar.

Especialistas afirmam que o Irão já demonstrou capacidade de bloquear o Estreito de Ormuz, e que, se essa ameaça não for enfrentada, ela persistirá a longo prazo.

Os países do Golfo não querem ver o Irão com uma “opção nuclear” de dissuasão, preferindo apoiar os EUA na redução total do poder do Irão, em vez de enfrentarem sozinhos ameaças constantes no futuro.

Se a capacidade do Irão de bloquear o Estreito de Ormuz não for eliminada, o perigo persistirá

A capacidade do Irão de bloquear o Estreito de Ormuz é vista como o maior risco de longo prazo na região. Os países do Golfo temem que, mesmo após o fim do conflito atual, enquanto o Irão possuir mísseis, drones e redes de agentes, possa reativar a ameaça às rotas energéticas a qualquer momento.

Reduzir totalmente a capacidade ofensiva do Irão tornou-se uma prioridade central para os países do Golfo, mais do que simplesmente acabar com a guerra atual. Instam os EUA a não “retirarem-se pela metade”, mas a cumprirem os objetivos estratégicos, para evitar problemas futuros.

O aumento do jogo entre os EUA e o Golfo: eliminar completamente o Irão é a principal prioridade

O jogo entre os EUA e o Golfo intensifica-se: Trump pressiona aliados a participarem na guerra, enquanto os países do Golfo pedem aos EUA que “não desistam pela metade”. Os países do Golfo não querem enfrentar sozinhos a ameaça de longo prazo do Irão, mas também receiam envolver-se numa guerra de maior escala.

A eliminação total da capacidade ofensiva do Irão é um consenso, mas o caminho para esse objetivo é cheio de riscos: ações excessivas pelos EUA podem provocar uma retaliação extrema do Irão; uma retirada precoce deixaria os países do Golfo sob a sombra de chantagem por muito tempo.

Nos próximos tempos, a recuperação da navegação no Estreito de Ormuz e a desescalada do conflito permanecem prioridades, enquanto a eliminação completa da capacidade do Irão a médio e longo prazo será o novo foco de segurança regional.

Resumo do editor

Os países do Golfo não pediram ativamente aos EUA que entrem em guerra com o Irão, mas agora instam Washington a não desistir pela metade, para que o Irão não mantenha capacidades ofensivas importantes e continue a ameaçar o Estreito de Ormuz e a cadeia de fornecimento energético regional. Os mísseis e drones do Irão já atacaram aeroportos, portos, instalações petrolíferas e centros comerciais de seis países do Golfo, perturbando o tráfego no estreito.

Os países do Golfo enfrentam um dilema estratégico: precisam de lidar com a ameaça iminente, mas evitam envolver-se numa guerra liderada pelos EUA. A linha vermelha é clara: se o Irão atacar instalações petrolíferas ou fábricas de dessalinização, a Arábia Saudita poderá retaliar. Se a capacidade de bloquear o Estreito de Ormuz não for eliminada, o perigo persistirá.

O jogo entre os EUA e o Golfo intensifica-se: Trump pressiona para que os aliados participem na guerra, enquanto os países do Golfo pedem aos EUA que “não desistam pela metade”. Os investidores devem estar atentos ao risco de conflito prolongado, à alta contínua do preço do petróleo, à interrupção do fornecimento energético e ao aumento da retaliação regional, acompanhando sinais de recuperação da navegação no Estreito de Ormuz e de negociações entre EUA e Irão.

Às 14h40 de horário de Pequim, o petróleo bruto dos EUA cotava-se a 97,31 dólares por barril.

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