Sobre a questão da propriedade da conta, um responsável por uma exchange líder recentemente fez uma explicação. A lógica central é muito simples: quem usou as informações de identidade no momento do registro, é quem possui a conta. Isto não é uma regra nova, mas sim uma linha de base de conformidade.
O cenário real é o seguinte: alguém compra uma conta já registrada, os ativos são congelados e, então, surge uma disputa. Mas a posição da plataforma na verdade não pode ser abalada — se o registrante original puder apresentar uma prova de identidade completa e válida, reivindicando a propriedade da conta, a plataforma certamente apoiará essa reivindicação. Por outro lado, o comprador só pode dizer "eu paguei por isso", o que claramente não é convincente.
Mais diretamente, se alguém perdeu a carteira de identidade, e outra pessoa usa essa carteira perdida para abrir uma conta, como a plataforma poderia entregar a conta ao novo usuário? Isso é uma regra rígida em qualquer instituição financeira regulamentada.
Outro ponto crucial: a compra e venda de contas viola o próprio contrato da plataforma. Seja transferência, venda ou aluguel de contas, tudo constitui uma operação irregular. Isso não é apenas uma exigência de conformidade, mas também uma proteção à segurança dos ativos de cada usuário. Porque, uma vez que a conta muda de proprietário, o sistema de verificação de identidade falha, e o risco está presente em todos os lugares.
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Sobre a questão da propriedade da conta, um responsável por uma exchange líder recentemente fez uma explicação. A lógica central é muito simples: quem usou as informações de identidade no momento do registro, é quem possui a conta. Isto não é uma regra nova, mas sim uma linha de base de conformidade.
O cenário real é o seguinte: alguém compra uma conta já registrada, os ativos são congelados e, então, surge uma disputa. Mas a posição da plataforma na verdade não pode ser abalada — se o registrante original puder apresentar uma prova de identidade completa e válida, reivindicando a propriedade da conta, a plataforma certamente apoiará essa reivindicação. Por outro lado, o comprador só pode dizer "eu paguei por isso", o que claramente não é convincente.
Mais diretamente, se alguém perdeu a carteira de identidade, e outra pessoa usa essa carteira perdida para abrir uma conta, como a plataforma poderia entregar a conta ao novo usuário? Isso é uma regra rígida em qualquer instituição financeira regulamentada.
Outro ponto crucial: a compra e venda de contas viola o próprio contrato da plataforma. Seja transferência, venda ou aluguel de contas, tudo constitui uma operação irregular. Isso não é apenas uma exigência de conformidade, mas também uma proteção à segurança dos ativos de cada usuário. Porque, uma vez que a conta muda de proprietário, o sistema de verificação de identidade falha, e o risco está presente em todos os lugares.