Entrámos numa fase crítica para as criptomoedas, e as questões sobre 2026 multiplicam-se. O analista renomado Henrik Zeberg não oferece falsas esperanças: segundo a sua leitura dos gráficos, o Bitcoin poderá atravessar uma das fases mais turbulentas da sua história. A sua previsão fala de um pico em torno dos 154.000 dólares, seguido de uma queda catastrófica para os 3-4.000 dólares, com possibilidade de afundar ainda mais.
Zeberg identifica que o BTC se encontraria atualmente na fase culminante de uma diagonal expansiva, um padrão técnico que historicamente precede correções severas. O significado desta formação é inequívoco: o MACD já está a sinalizar um cruzamento negativo numa base mensal. Não se trata de uma continuação de subida, mas sim de um sinal extremamente baixista.
O Contexto de Transformação do Bitcoin
Para compreender o que significa uma possível bolha em 2026, devemos recordar onde esteve o Bitcoin. Em 2021, os 60.000 dólares já eram considerados extraordinários. Em 2022, a implosão da FTX abalou profundamente toda a comunidade cripto, deixando muitos traumatizados. E, no entanto, da devastação emergiu uma realidade completamente diferente.
O Bitcoin já não é um ativo marginal. Empresas com património gerido medido em trilhões de dólares lançam ETFs suportados por BTC. Os ativos detidos através destas ferramentas superam agora as reservas disponíveis nas exchanges. A MicroStrategy, sozinha, possui mais de 600.000 BTC, uma quantidade que há poucos anos pareceria impossível de concentrar numa única entidade.
Os bancos globais, que outrora recusavam servir clientes interessados em criptomoedas, agora oferecem diretamente serviços de trading. Esta institucionalização representa uma narrativa que se construiu nos últimos 8-10 anos.
O Cenário do “Explosão Final”
Segundo Zeberg, antes do colapso chegará o último “BlowOffTop”, um pico final de entusiasmo excessivo em torno dos 154.000 dólares. Não será um aumento ordinário, mas um episódio de euforia pura. Nesse momento, o mercado atingirá o pico de uma diagonal expansiva particularmente ampla.
O que se seguirá será uma queda de 97-98%, uma eventualidade que muitos consideram impossível. Mas, como lembra Zeberg, o Nasdaq caiu entre 80-85% após a bolha das dotcom, e o Bitcoin sempre amplificou os movimentos em ambas as direções. Quando a bolha da IA e das criptomoedas rebentar, os ativos de alto risco pagarão o preço mais alto.
Que Perspectivas Restam?
Nem tudo é perda. Se as condições macroeconómicas se alinharem de forma adequada—redução das tensões geopolíticas, expansão monetária acelerada, ciclos eleitorais favoráveis nos Estados Unidos, e crescimento sustentado da IA—o 2026 ainda poderá oferecer níveis superiores antes de qualquer correção.
No entanto, uma lição emerge claramente: a volatilidade que caracteriza o Bitcoin não está destinada a diminuir. O preço de hoje, superior a 90.000 dólares, parece marginal no contexto das oscilações esperadas. Preparar estratégias de gestão de risco já não é opcional, mas essencial para quem pretende navegar os próximos doze meses do mercado cripto.
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Bitcoin em 2026: quando as previsões técnicas se tornam ainda mais importantes
Entrámos numa fase crítica para as criptomoedas, e as questões sobre 2026 multiplicam-se. O analista renomado Henrik Zeberg não oferece falsas esperanças: segundo a sua leitura dos gráficos, o Bitcoin poderá atravessar uma das fases mais turbulentas da sua história. A sua previsão fala de um pico em torno dos 154.000 dólares, seguido de uma queda catastrófica para os 3-4.000 dólares, com possibilidade de afundar ainda mais.
Zeberg identifica que o BTC se encontraria atualmente na fase culminante de uma diagonal expansiva, um padrão técnico que historicamente precede correções severas. O significado desta formação é inequívoco: o MACD já está a sinalizar um cruzamento negativo numa base mensal. Não se trata de uma continuação de subida, mas sim de um sinal extremamente baixista.
O Contexto de Transformação do Bitcoin
Para compreender o que significa uma possível bolha em 2026, devemos recordar onde esteve o Bitcoin. Em 2021, os 60.000 dólares já eram considerados extraordinários. Em 2022, a implosão da FTX abalou profundamente toda a comunidade cripto, deixando muitos traumatizados. E, no entanto, da devastação emergiu uma realidade completamente diferente.
O Bitcoin já não é um ativo marginal. Empresas com património gerido medido em trilhões de dólares lançam ETFs suportados por BTC. Os ativos detidos através destas ferramentas superam agora as reservas disponíveis nas exchanges. A MicroStrategy, sozinha, possui mais de 600.000 BTC, uma quantidade que há poucos anos pareceria impossível de concentrar numa única entidade.
Os bancos globais, que outrora recusavam servir clientes interessados em criptomoedas, agora oferecem diretamente serviços de trading. Esta institucionalização representa uma narrativa que se construiu nos últimos 8-10 anos.
O Cenário do “Explosão Final”
Segundo Zeberg, antes do colapso chegará o último “BlowOffTop”, um pico final de entusiasmo excessivo em torno dos 154.000 dólares. Não será um aumento ordinário, mas um episódio de euforia pura. Nesse momento, o mercado atingirá o pico de uma diagonal expansiva particularmente ampla.
O que se seguirá será uma queda de 97-98%, uma eventualidade que muitos consideram impossível. Mas, como lembra Zeberg, o Nasdaq caiu entre 80-85% após a bolha das dotcom, e o Bitcoin sempre amplificou os movimentos em ambas as direções. Quando a bolha da IA e das criptomoedas rebentar, os ativos de alto risco pagarão o preço mais alto.
Que Perspectivas Restam?
Nem tudo é perda. Se as condições macroeconómicas se alinharem de forma adequada—redução das tensões geopolíticas, expansão monetária acelerada, ciclos eleitorais favoráveis nos Estados Unidos, e crescimento sustentado da IA—o 2026 ainda poderá oferecer níveis superiores antes de qualquer correção.
No entanto, uma lição emerge claramente: a volatilidade que caracteriza o Bitcoin não está destinada a diminuir. O preço de hoje, superior a 90.000 dólares, parece marginal no contexto das oscilações esperadas. Preparar estratégias de gestão de risco já não é opcional, mas essencial para quem pretende navegar os próximos doze meses do mercado cripto.