Questão central: É realmente possível ganhar dinheiro com mineração pelo telemóvel?
Esta é a dúvida mais comum. A resposta é: sim, mas os lucros são extremamente limitados. Em 2025, os utilizadores que mineram pelo telemóvel normalmente podem obter entre 0,01 e 0,30 dólares por dia. Parece pouco? Para os novatos, isso é suficiente para entender como funciona o ecossistema cripto, sem precisar de investir dinheiro de verdade.
O que é mineração pelo telemóvel e como funciona
Como minerar pelo telemóvel? Simplificando, é usar o processador(CPU) ou aceleradores gráficos(GPU) do dispositivo inteligente para realizar cálculos matemáticos complexos, usados para validar transações na blockchain. Após resolver com sucesso tarefas criptográficas, o dispositivo recebe uma recompensa em criptomoedas.
Este processo divide-se em dois tipos:
Mineração direta: o telemóvel usa realmente a sua CPU para resolver funções hash(como o aplicativo MinerGate). Este método exige mais do dispositivo, mas os lucros são mais transparentes.
Mineração simulada: o aplicativo simula o processo de mineração, na verdade, distribuindo tokens com base na atividade do utilizador, reputação e check-ins diários(Pi Network usa este método). Este método não consome recursos do dispositivo, mas os lucros dependem do valor futuro do projeto.
Porque é que a mineração pelo telemóvel ainda atrai em 2025
Desde 2023, a mineração móvel tem crescido de forma explosiva. Porquê?
Primeiro, a penetração global de smartphones ultrapassa os 80%, mesmo em países em desenvolvimento, com infraestruturas de rede robustas. Segundo, surgiram muitos novos projetos, como Pi Network(mais de 50 milhões de utilizadores), Bee Network, entre outros, que baixaram a barreira de entrada. Terceiro, o crescimento do ecossistema Web3 faz da participação em cripto uma questão cultural. Por fim, para os iniciantes, é uma oportunidade de experimentar o mundo cripto sem custos.
Quais moedas podem minerar no telemóvel? Comparação aprofundada
Nem todas as criptomoedas são adequadas para mineração móvel. Aqui estão as opções mais viáveis:
Monero(XMR) — uma das poucas moedas amigáveis para CPU. O algoritmo RandomX foi otimizado para CPU, tornando-se a escolha principal para mineração móvel. Telefones topo de gama(como Galaxy S22 Ultra) podem minerar cerca de 0,0004 XMR por dia, o que, a preços de julho de 2025, equivale a aproximadamente 0,08 dólares.
Electroneum(ETN) — a primeira criptomoeda criada especificamente para mineração móvel. Introduziu de forma inovadora o conceito de “mineração simulada”, permitindo participação sem hardware potente.
Pi Network(PI) — o projeto móvel mais conhecido. Não realiza cálculos reais, mas distribui tokens com base na contribuição social e na validação de nós. Planeia lançar a mainnet em 2025, com uma previsão de preço de PI entre 1 e 10 dólares.
Bee Network — concorrente do Pi, usa um modelo semelhante de mineração social, permitindo aos utilizadores formar equipas para obter recompensas.
TON(da ecossistema Telegram) — embora não permita mineração direta, os utilizadores podem participar do ecossistema através de execução de nós ou staking.
Outras opções: projetos menores como DuinoCoin, Verus Coin, também suportam mineração por CPU e têm comunidades ativas.
Custos reais da mineração pelo telemóvel: o dispositivo pode sofrer danos
Este é um ponto que muitos ignoram. A mineração a longo prazo tem um impacto sério no dispositivo:
Degradação da bateria: minerar 24h por dia pode reduzir a capacidade da bateria em 15-30% em poucos meses. Ciclos frequentes de carga e descarga aceleram o envelhecimento, afetando a autonomia.
Superaquecimento: o processador a full load gera muito calor. A maioria dos smartphones usa refrigeração passiva(sem ventoinha), o que, no verão ou em ambientes fechados, pode atingir temperaturas críticas, levando a desligamentos automáticos por proteção.
Diminuição de desempenho: quando a CPU está ocupada com mineração, outros aplicativos respondem mais lentamente. carregamentos lentos, interface travada, e em casos extremos, o dispositivo congela ou reinicia automaticamente.
Desgaste de hardware acelerado: componentes como a motherboard, chips de gestão de energia e até o ecrã podem ter a sua vida útil significativamente reduzida. Dispositivos de gama baixa ou antigos, que já não foram feitos para cargas elevadas contínuas, sofrem mais.
Riscos ocultos: alguns aplicativos maliciosos executam mineração invisível em background, mesmo com a tela desligada, mantendo o dispositivo ativo continuamente.
Realidade: minerar pelo telemóvel não só rende pouco, como também está a usar a vida útil do hardware para ganhar alguns cêntimos.
Comparação de aplicações de mineração populares
MinerGate Mobile Miner — suporta algoritmos reais como(Monero, Bytecoin). Requer processador potente, mas os lucros são relativamente transparentes. Recomendado: telemóveis de gama média para cima.
CryptoTab browser — navegador com mineração integrada. Na prática, a maior parte do rendimento vem de recompensas por usar o navegador, não de cálculos reais. Avaliação: lucros baixos, pagamento pouco transparente.
StormGain cloud mining — não usa o poder de processamento do dispositivo, mas aluga recursos de servidores remotos. Basta clicar a cada 4 horas para receber recompensas em Bitcoin, sem sobrecarregar o dispositivo. Limite mínimo de levantamento geralmente entre 1-10 dólares.
Pi Network — projeto móvel mais popular, com mais de 50 milhões de utilizadores. Basta clicar no botão “relâmpago” diariamente para participar. A mainnet está para lançar-se em breve, com valor futuro incerto, mas potencial enorme.
Bee Network — alternativa ao Pi, com mecanismo semelhante, com menos utilizadores, mas também menos concorrência.
Mineração sem custos existe mesmo?
Sim, mas com condições: é preciso entender as compensações:
Todos os aplicativos acima não exigem pré-pagamento. Não compras hardware, não pagas subscrições, não alugues poder de computação na cloud. Mas qual é o preço?
Investimento de tempo: é preciso abrir o app várias vezes por dia, caso contrário, os lucros diminuem.
Privacidade: alguns apps recolhem dados de atividade.
Incerteza: o projeto pode falhar, os tokens podem valer zero.
Especialmente no caso do Pi Network e Bee Network. Os tokens atuais não podem ser trocados, o valor real é uma incógnita. Mas, se esses projetos forem bem-sucedidos, os primeiros a participar podem obter lucros consideráveis.
Guia completo para evitar fraudes
Sinais de fraude:
Apps que prometem “ganhar 100 dólares por dia”
Pedem pagamento para comprar “VIP” ou “aceleradores” para aumentar lucros
Baixa avaliação, mas alegam que “a avaliação do app foi manipulada”
Não explicam claramente como os tokens são gerados
Dificuldade em retirar fundos, com justificações vagas
Medidas de segurança:
Verificação da origem: só descarregar do Google Play ou App Store. Jamais instalar APKs de sites desconhecidos, pois podem conter vírus ou scripts de roubo de dados.
Análise de avaliações: verificar todas as avaliações, especialmente reclamações sobre falhas na retirada ou contas bloqueadas. Se mais de 30% das avaliações indicarem problemas de levantamento, é um sinal de alerta.
Origem do desenvolvedor: verificar histórico da empresa, site oficial, presença nas redes sociais. Projetos legítimos têm identidade online completa, canais de suporte e comunicação oficial.
Autenticação de dois fatores(2FA): ativar 2FA na carteira e exchanges vinculadas. Assim, mesmo que a senha seja comprometida, o invasor não consegue acessar a conta.
Segurança do dispositivo: usar antivírus, especialmente em Android. Considerar usar VPN, principalmente ao conectar-se a redes Wi-Fi públicas.
Teste de intuição: se uma proposta parecer boa demais, há 99,9% de chance de ser uma fraude. Lucros reais são lentos, chatos e frustrantes.
Expectativa de ganhos reais
Chega de ilusões. Aqui estão dados concretos:
Utilizador do MinerGate(com Galaxy S22 Ultra), 24h(: cerca de 0,08 dólares/dia = 2,40 dólares/mês
Utilizador do Pi Network)check-ins diários(: tokens sem preço definido, mas, assumindo uma valorização de 5 dólares na mainnet, 0,002 PI por dia = 0,01 dólares/dia)valor teórico(
Utilizador do StormGain)cliques diários(: 0,001-0,005 BTC/mês ≈ 30-150 dólares/mês)dependendo do preço do BTC e do número de utilizadores(
Utilizador do Bee Network)semelhante ao Pi(: sem preço definido, mas experiência indica lucros similares aos do Pi
Para a maioria, este dinheiro não chega para pagar a deterioração acelerada do telemóvel. Mas, para quem quer aprender sem investimento, é aceitável.
Riscos a longo prazo da mineração em 2025
Incerteza regulatória: governos ao redor do mundo estão a reforçar a fiscalização de cripto. Algumas regiões podem restringir ou banir a mineração.
Falência de projetos: muitos projetos novos fecham. O Pi Network, apesar de parecer promissor, tem futuro incerto. Investir tempo pode acabar em fracasso.
Alterações nos algoritmos: Bitcoin, Ethereum e outras moedas principais já estão otimizadas para ASICs, tornando impossível minerar com telemóvel. Outros tokens também podem mudar algoritmos, tornando-se incompatíveis com dispositivos móveis.
Ameaças de segurança: com o aumento do interesse em cripto, há mais golpes e malware. Instalar apps de mineração falsos pode levar a roubo de identidade, falência de contas ou infecção por ransomware.
Custo de eletricidade: em regiões como Islândia ou Suécia), eletricidade barata torna a mineração viável. Mas em locais com eletricidade cara, minerar 24h pode custar mais do que lucra.
Perguntas frequentes com respostas aprofundadas
Q: Minerar pelo telemóvel danifica o dispositivo de forma permanente?
A: Não, mas reduz a sua vida útil. A bateria pode ser substituída, o processador aguenta a carga na maior parte dos casos. O problema real é a relação custo-benefício, que é altamente desfavorável.
Q: O Pi Network vai mesmo lançar em 2025?
A: A equipe anunciou a mainnet para 2025. Mas o lançamento não garante valorização. Muitos projetos cripto lançados caíram de valor após o início.
Q: Devo minerar num telemóvel antigo?
A: É a única situação razoável. Usar um telemóvel antigo só para mineração evita afetar o uso diário. Mas é importante ter fonte de energia e conexão estável.
Q: Qual aplicação é mais segura?
A: MinerGate, CryptoTab, StormGain têm anos de operação e são relativamente confiáveis. Mas nenhuma é 100% segura. Sempre agir com cautela.
Q: Quanto tempo leva para retirar fundos?
A: Geralmente entre 1 a 24 horas. Mas alguns apps podem bloquear contas ou recusar levantamentos de forma arbitrária. Nestas situações, não há garantias legais.
Conclusão: devo desistir da mineração pelo telemóvel em 2025?
Para iniciante: vale a pena experimentar, como uma aula gratuita para aprender sobre o ecossistema cripto. Instale Pi Network ou Bee Network, faça check-ins diários e observe o desenvolvimento. Risco mínimo, retorno potencialmente zero ou(teoricamente) muito alto.
Para investidores sérios: não vale a pena. Mineração profissional usa ASICs e energia barata. Minar com telemóvel é como usar uma colher para escavar ouro — possível, mas extremamente ineficiente.
Para qualquer pessoa: não use o seu dispositivo principal. Não pague por “aceleração”. Não acredite em promessas de “ficar rico da noite para o dia”.
Última palavra: o futuro das criptomoedas é brilhante, mas a mineração pelo telemóvel não será o seu caminho para a riqueza. É, no máximo, uma experiência divertida.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Guia completo de mineração móvel: Como obter criptomoedas a partir de dispositivos inteligentes em 2025
Questão central: É realmente possível ganhar dinheiro com mineração pelo telemóvel?
Esta é a dúvida mais comum. A resposta é: sim, mas os lucros são extremamente limitados. Em 2025, os utilizadores que mineram pelo telemóvel normalmente podem obter entre 0,01 e 0,30 dólares por dia. Parece pouco? Para os novatos, isso é suficiente para entender como funciona o ecossistema cripto, sem precisar de investir dinheiro de verdade.
O que é mineração pelo telemóvel e como funciona
Como minerar pelo telemóvel? Simplificando, é usar o processador(CPU) ou aceleradores gráficos(GPU) do dispositivo inteligente para realizar cálculos matemáticos complexos, usados para validar transações na blockchain. Após resolver com sucesso tarefas criptográficas, o dispositivo recebe uma recompensa em criptomoedas.
Este processo divide-se em dois tipos:
Mineração direta: o telemóvel usa realmente a sua CPU para resolver funções hash(como o aplicativo MinerGate). Este método exige mais do dispositivo, mas os lucros são mais transparentes.
Mineração simulada: o aplicativo simula o processo de mineração, na verdade, distribuindo tokens com base na atividade do utilizador, reputação e check-ins diários(Pi Network usa este método). Este método não consome recursos do dispositivo, mas os lucros dependem do valor futuro do projeto.
Porque é que a mineração pelo telemóvel ainda atrai em 2025
Desde 2023, a mineração móvel tem crescido de forma explosiva. Porquê?
Primeiro, a penetração global de smartphones ultrapassa os 80%, mesmo em países em desenvolvimento, com infraestruturas de rede robustas. Segundo, surgiram muitos novos projetos, como Pi Network(mais de 50 milhões de utilizadores), Bee Network, entre outros, que baixaram a barreira de entrada. Terceiro, o crescimento do ecossistema Web3 faz da participação em cripto uma questão cultural. Por fim, para os iniciantes, é uma oportunidade de experimentar o mundo cripto sem custos.
Quais moedas podem minerar no telemóvel? Comparação aprofundada
Nem todas as criptomoedas são adequadas para mineração móvel. Aqui estão as opções mais viáveis:
Monero(XMR) — uma das poucas moedas amigáveis para CPU. O algoritmo RandomX foi otimizado para CPU, tornando-se a escolha principal para mineração móvel. Telefones topo de gama(como Galaxy S22 Ultra) podem minerar cerca de 0,0004 XMR por dia, o que, a preços de julho de 2025, equivale a aproximadamente 0,08 dólares.
Electroneum(ETN) — a primeira criptomoeda criada especificamente para mineração móvel. Introduziu de forma inovadora o conceito de “mineração simulada”, permitindo participação sem hardware potente.
Pi Network(PI) — o projeto móvel mais conhecido. Não realiza cálculos reais, mas distribui tokens com base na contribuição social e na validação de nós. Planeia lançar a mainnet em 2025, com uma previsão de preço de PI entre 1 e 10 dólares.
Bee Network — concorrente do Pi, usa um modelo semelhante de mineração social, permitindo aos utilizadores formar equipas para obter recompensas.
TON(da ecossistema Telegram) — embora não permita mineração direta, os utilizadores podem participar do ecossistema através de execução de nós ou staking.
Outras opções: projetos menores como DuinoCoin, Verus Coin, também suportam mineração por CPU e têm comunidades ativas.
Custos reais da mineração pelo telemóvel: o dispositivo pode sofrer danos
Este é um ponto que muitos ignoram. A mineração a longo prazo tem um impacto sério no dispositivo:
Degradação da bateria: minerar 24h por dia pode reduzir a capacidade da bateria em 15-30% em poucos meses. Ciclos frequentes de carga e descarga aceleram o envelhecimento, afetando a autonomia.
Superaquecimento: o processador a full load gera muito calor. A maioria dos smartphones usa refrigeração passiva(sem ventoinha), o que, no verão ou em ambientes fechados, pode atingir temperaturas críticas, levando a desligamentos automáticos por proteção.
Diminuição de desempenho: quando a CPU está ocupada com mineração, outros aplicativos respondem mais lentamente. carregamentos lentos, interface travada, e em casos extremos, o dispositivo congela ou reinicia automaticamente.
Desgaste de hardware acelerado: componentes como a motherboard, chips de gestão de energia e até o ecrã podem ter a sua vida útil significativamente reduzida. Dispositivos de gama baixa ou antigos, que já não foram feitos para cargas elevadas contínuas, sofrem mais.
Riscos ocultos: alguns aplicativos maliciosos executam mineração invisível em background, mesmo com a tela desligada, mantendo o dispositivo ativo continuamente.
Realidade: minerar pelo telemóvel não só rende pouco, como também está a usar a vida útil do hardware para ganhar alguns cêntimos.
Comparação de aplicações de mineração populares
MinerGate Mobile Miner — suporta algoritmos reais como(Monero, Bytecoin). Requer processador potente, mas os lucros são relativamente transparentes. Recomendado: telemóveis de gama média para cima.
CryptoTab browser — navegador com mineração integrada. Na prática, a maior parte do rendimento vem de recompensas por usar o navegador, não de cálculos reais. Avaliação: lucros baixos, pagamento pouco transparente.
StormGain cloud mining — não usa o poder de processamento do dispositivo, mas aluga recursos de servidores remotos. Basta clicar a cada 4 horas para receber recompensas em Bitcoin, sem sobrecarregar o dispositivo. Limite mínimo de levantamento geralmente entre 1-10 dólares.
Pi Network — projeto móvel mais popular, com mais de 50 milhões de utilizadores. Basta clicar no botão “relâmpago” diariamente para participar. A mainnet está para lançar-se em breve, com valor futuro incerto, mas potencial enorme.
Bee Network — alternativa ao Pi, com mecanismo semelhante, com menos utilizadores, mas também menos concorrência.
Mineração sem custos existe mesmo?
Sim, mas com condições: é preciso entender as compensações:
Todos os aplicativos acima não exigem pré-pagamento. Não compras hardware, não pagas subscrições, não alugues poder de computação na cloud. Mas qual é o preço?
Especialmente no caso do Pi Network e Bee Network. Os tokens atuais não podem ser trocados, o valor real é uma incógnita. Mas, se esses projetos forem bem-sucedidos, os primeiros a participar podem obter lucros consideráveis.
Guia completo para evitar fraudes
Sinais de fraude:
Medidas de segurança:
Verificação da origem: só descarregar do Google Play ou App Store. Jamais instalar APKs de sites desconhecidos, pois podem conter vírus ou scripts de roubo de dados.
Análise de avaliações: verificar todas as avaliações, especialmente reclamações sobre falhas na retirada ou contas bloqueadas. Se mais de 30% das avaliações indicarem problemas de levantamento, é um sinal de alerta.
Origem do desenvolvedor: verificar histórico da empresa, site oficial, presença nas redes sociais. Projetos legítimos têm identidade online completa, canais de suporte e comunicação oficial.
Autenticação de dois fatores(2FA): ativar 2FA na carteira e exchanges vinculadas. Assim, mesmo que a senha seja comprometida, o invasor não consegue acessar a conta.
Segurança do dispositivo: usar antivírus, especialmente em Android. Considerar usar VPN, principalmente ao conectar-se a redes Wi-Fi públicas.
Teste de intuição: se uma proposta parecer boa demais, há 99,9% de chance de ser uma fraude. Lucros reais são lentos, chatos e frustrantes.
Expectativa de ganhos reais
Chega de ilusões. Aqui estão dados concretos:
Para a maioria, este dinheiro não chega para pagar a deterioração acelerada do telemóvel. Mas, para quem quer aprender sem investimento, é aceitável.
Riscos a longo prazo da mineração em 2025
Incerteza regulatória: governos ao redor do mundo estão a reforçar a fiscalização de cripto. Algumas regiões podem restringir ou banir a mineração.
Falência de projetos: muitos projetos novos fecham. O Pi Network, apesar de parecer promissor, tem futuro incerto. Investir tempo pode acabar em fracasso.
Alterações nos algoritmos: Bitcoin, Ethereum e outras moedas principais já estão otimizadas para ASICs, tornando impossível minerar com telemóvel. Outros tokens também podem mudar algoritmos, tornando-se incompatíveis com dispositivos móveis.
Ameaças de segurança: com o aumento do interesse em cripto, há mais golpes e malware. Instalar apps de mineração falsos pode levar a roubo de identidade, falência de contas ou infecção por ransomware.
Custo de eletricidade: em regiões como Islândia ou Suécia), eletricidade barata torna a mineração viável. Mas em locais com eletricidade cara, minerar 24h pode custar mais do que lucra.
Perguntas frequentes com respostas aprofundadas
Q: Minerar pelo telemóvel danifica o dispositivo de forma permanente?
A: Não, mas reduz a sua vida útil. A bateria pode ser substituída, o processador aguenta a carga na maior parte dos casos. O problema real é a relação custo-benefício, que é altamente desfavorável.
Q: O Pi Network vai mesmo lançar em 2025?
A: A equipe anunciou a mainnet para 2025. Mas o lançamento não garante valorização. Muitos projetos cripto lançados caíram de valor após o início.
Q: Devo minerar num telemóvel antigo?
A: É a única situação razoável. Usar um telemóvel antigo só para mineração evita afetar o uso diário. Mas é importante ter fonte de energia e conexão estável.
Q: Qual aplicação é mais segura?
A: MinerGate, CryptoTab, StormGain têm anos de operação e são relativamente confiáveis. Mas nenhuma é 100% segura. Sempre agir com cautela.
Q: Quanto tempo leva para retirar fundos?
A: Geralmente entre 1 a 24 horas. Mas alguns apps podem bloquear contas ou recusar levantamentos de forma arbitrária. Nestas situações, não há garantias legais.
Conclusão: devo desistir da mineração pelo telemóvel em 2025?
Para iniciante: vale a pena experimentar, como uma aula gratuita para aprender sobre o ecossistema cripto. Instale Pi Network ou Bee Network, faça check-ins diários e observe o desenvolvimento. Risco mínimo, retorno potencialmente zero ou(teoricamente) muito alto.
Para investidores sérios: não vale a pena. Mineração profissional usa ASICs e energia barata. Minar com telemóvel é como usar uma colher para escavar ouro — possível, mas extremamente ineficiente.
Para qualquer pessoa: não use o seu dispositivo principal. Não pague por “aceleração”. Não acredite em promessas de “ficar rico da noite para o dia”.
Última palavra: o futuro das criptomoedas é brilhante, mas a mineração pelo telemóvel não será o seu caminho para a riqueza. É, no máximo, uma experiência divertida.