O mundo financeiro testemunhou uma convergência simbólica em 11 de dezembro de 2025, quando a Bolsa de Nova Iorque revelou um monumento de bronze dedicado a Satoshi Nakamoto, o criador pseudónimo do Bitcoin. Criada pela renomada artista Valentina Picozzi, esta escultura marca a sexta instalação da série e representa uma declaração profunda sobre a paisagem em mudança das finanças globais.
A colocação da escultura em um dos locais de negociação mais prestigiados do mundo carrega um significado mais profundo do que aparenta. A NYSE enquadrou explicitamente a obra de arte como incorporando uma visão onde “sistemas emergentes e instituições estabelecidas prosperam juntas”—uma declaração de que as criptomoedas já não são vistas como um fenómeno marginal, mas como uma parte integrante do ecossistema financeiro.
A Twenty One Capital, uma empresa que iniciou operações de negociação esta semana, orquestrou a instalação, reforçando a crescente interseção entre entidades focadas em blockchain e a infraestrutura financeira tradicional. O timing amplifica a mensagem: a estreia coincide com o 17º aniversário da lista de discussão do Bitcoin, lançada originalmente por Satoshi Nakamoto em 10 de dezembro de 2008—o documento que desencadeou uma revolução financeira global.
Este reconhecimento público na NYSE transcende a mera expressão artística. Reconhece que a visão revolucionária apresentada há quase duas décadas amadureceu de especulação para infraestrutura. A estátua de Satoshi Nakamoto serve como prova física de que a fronteira entre as finanças “tradicionais” e “descentralizadas” mudou fundamentalmente, desafiando suposições sobre o que pertence ao coração de Wall Street.
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Estátua de Satoshi Nakamoto estreia na NYSE: Um momento histórico para a integração cripto-financeira
O mundo financeiro testemunhou uma convergência simbólica em 11 de dezembro de 2025, quando a Bolsa de Nova Iorque revelou um monumento de bronze dedicado a Satoshi Nakamoto, o criador pseudónimo do Bitcoin. Criada pela renomada artista Valentina Picozzi, esta escultura marca a sexta instalação da série e representa uma declaração profunda sobre a paisagem em mudança das finanças globais.
A colocação da escultura em um dos locais de negociação mais prestigiados do mundo carrega um significado mais profundo do que aparenta. A NYSE enquadrou explicitamente a obra de arte como incorporando uma visão onde “sistemas emergentes e instituições estabelecidas prosperam juntas”—uma declaração de que as criptomoedas já não são vistas como um fenómeno marginal, mas como uma parte integrante do ecossistema financeiro.
A Twenty One Capital, uma empresa que iniciou operações de negociação esta semana, orquestrou a instalação, reforçando a crescente interseção entre entidades focadas em blockchain e a infraestrutura financeira tradicional. O timing amplifica a mensagem: a estreia coincide com o 17º aniversário da lista de discussão do Bitcoin, lançada originalmente por Satoshi Nakamoto em 10 de dezembro de 2008—o documento que desencadeou uma revolução financeira global.
Este reconhecimento público na NYSE transcende a mera expressão artística. Reconhece que a visão revolucionária apresentada há quase duas décadas amadureceu de especulação para infraestrutura. A estátua de Satoshi Nakamoto serve como prova física de que a fronteira entre as finanças “tradicionais” e “descentralizadas” mudou fundamentalmente, desafiando suposições sobre o que pertence ao coração de Wall Street.